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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Escândalo na praia é com Maria Padilha

 Maria Padilha escandalizando na areia no capítulo 20 de Água Viva (1980)

Maria Padilha escandalizando na areia no capítulo 48 de Lado a Lado (2012)

Trinta e dois anos depois a atriz Maria Padilha teve a oportunidade de virar novamente caso de polícia enquanto toma banho de sol numa praia carioca. Quase uma especialista.

Em Água Viva de 1980 foi pela personagem moderninha aderir ao topless, em 2012 simplesmente por usar trajes de banho. Lado a Lado se passou no começo do século XX, quando não era comum frequentarem praias com pouca roupa.

A cena recente de João Ximenes Braga e Claudia Lage não só homenageia a iconográfica cena 80's como dialoga com ironia sobre os costumes retratados por Gilberto Braga naquela época. Muito antes de topless causar estardalhaço, pudicos já se sentiam afrontados.  



Não que topless hoje seja encarado com naturalidade. Como se o corpo humano nu não fosse das coisas mais banais que existem...

sábado, 18 de janeiro de 2014

"Éramos agredidas", relembra Maria Padilha sobre cenas de topless em "Água Viva"

Em episódio do "Reviva", do canal Viva, que vai ao ar na segunda-feira (20), às 22h45, as atrizes Maria Padilha e Maria Zilda comentam como o topless era encarado 30 anos atrás.
No ar novamente no mesmo canal, a novela estreou originalmente na década de 1980, em um momento que o país passava por uma transição política, econômica e social.
Em sua então estreia na televisão, Maria Padilha conta que nas gravações em Ipanema, no Rio, as atrizes foram agredidas.
"Levávamos lata de cerveja, jogavam copo cheio de areia. O brasileiro é muito doido com isso, né? Até hoje o peito de fora é esquisito", diz.
Para a atriz, Gilberto abordou o assunto no tempo certo: "Ele queria colocar uma coisa que estava acontecendo no mundo. Anos 80, abertura política, corpo em evidência, (Fernando) Gabeira com a sunguinha. E virou um acontecimento! O Gilberto é danado, ele sabe como fazer as coisas renderem", brinca.
Mesmo sem uma aceitação por parte da sociedade brasileira, Maria Zilda acha que as pessoas encaram o ato com mais naturalidade atualmente.
"Naquele tempo era considerado uma imoralidade, era uma coisa que chocava. Hoje, penso que, embora a gente não tenha tornado o topless uma coisa natural, não seria tão agressiva, considerada tão imoral."
O programa também entrevistou Veronika Silva, empresária que quase foi agredida na praia de Ipanema em 1981 por ter aderido ao topless e retrata o "Toplessaço", movimento convocado pelas redes sociais e realizado dia 21 de dezembro, na mesma praia, no Rio.

Divulgação/Viva
Maria Padilha e Maria Zilda relembram as gravações de topless na novela "Água Viva"

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

“Brasileiro é muito doido”, diz Maria Padilha sobre repressão ao topless

Dia 21 de dezembro de 2013 é a abertura oficial do verão e também a data do "toplessaço"

Topless de Bete (Maria Padilha) (Foto: CEDOC/TV Globo)Topless de Bete (Maria Padilha) em Água Viva
Mais de 30 anos depois, o tabu de colocar os seios à mostra ganha força e esquenta as areias da Praia de Ipanema no primeiro dia do verão. O assunto voltou à tona após a atriz Cristina Florester sido reprimida por policiais na Praia do Arpoador quando posava sem sutiã para a divulgação da peça “Cosmocartas”. Para protestar contra o ocorrido, foi criado um evento no Facebook, o "Toplessaço". E foi aí que o topless e a sua repressão viraram o assunto do momento.


Cena muito semelhante aconteceu em 1980quando a atriz Maria Padilha protagonizou um topless em “Água Viva”. Intérprete da desencanada Beth, ela comenta que testemunhou reações agressivas e preconceituosas durante da exibição da novela. “Éramos agredidas, nunca tinha tido essa relação com o público. ‘Faz um topless que eu estaciono para você’, ‘tira tira’, foi triste”, conta. “Peito de fora é esquisito, mas se tiver um pequenininho (biquíni), pode. Brasileiro é muito doido”, critica.

Maria Padilha (Foto: VIVA)Maria Padilha durante entrevista para o VIVA

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O topless de Maria Padilha em "Água Viva"


No capítulo de ontem, de Água Viva, a personagem Beth (Maria Padilha), "causou" na praia quando aderiu ao topless. Um homem acabou reclamando e foi chamar a polícia, obrigando-a a desistir da ideia.

Falando em topless, leiam abaixo uma matéria feita por Sônia Abrão na época da novela, quando a cena foi gravada:

Atriz de Água Viva entra na onda do topless!


Ela parou o trânsito no Rio ao tirar a parte de cima do biquíni e expor ao sol os seios. Mas o que ninguém sabia era que as câmeras de TV estavam lá.

"Sem ligar para os olhares curiosos e para os comentários picantes, a jovem Maria Padilha tornou-se o centro das atenções da praia do Leblon, onde apareceu de seios nus, sem a mínima cerimônia. Apesar de estar completamente à vontade, Maria encontrava-se em serviço. Explicamos: tratava-se de uma gravação para a novela Água Viva. A ideia de que não só o pessoal da praia, mas também milhões de telespectadores a veriam de topless, não deixou a atriz nem um pouco inibida. Afinal de contas, ela é tão moderna e atual quanto a personagem Beth. que interpreta na história de Gilberto Braga. E se agora a onda é mostrar os seios, Maria está nessa! Loura e bronzeada, ela retrata muito bem a juventude carioca e sua sede de liberdade, descontração e alegria, tal e qual o autor pretende mostrar ao público. Aliás, a desenvoltura e o desempenho de Maria Padilha têm sido tão marcantes, que já está nos planos da Globo investir firme na garota para fazer dela mais uma estrela de seu famoso elenco. E quem teve o privilégio de vê-la de perto e, principalmente, ao natural, sabe que Maria está com tudo... por dentro e por fora!"

Foto de Joel Maia

Água Viva vai ao ar de segunda à sábado, à meia-noite, com horário alternativo ao meio-dia do dia seguinte. Não perca!

sábado, 28 de setembro de 2013


Gilberto Braga diz que 'Água Viva' foi a 1ª novela com granfinos de verdade

O "Reviva" da próxima segunda, dia 30, traz entrevistas com o elenco principal de "Água Viva", que estreia no dia da exibição do programa. A novela mostra as belezas do ensolarado Rio de Janeiro e retrata o glamour e o estilo de vida da sociedade carioca de forma realista, como lembra o autor, Gilberto Braga. "'Água Viva' deve ser a primeira novela na qual aparecem granfinos de verdade mesmo. E até hoje eu sou bem marcado por isso. O espectador sabe: vai vir uma novela do Gilberto Braga? Ah, que bom, vai ter glamour!", diz.
A inspiração do autor para escrever a trama surgiu durante a experiência que viveu em "Dancin' Days" (1978). "Comecei a ganhar melhor com a repercussão da trama e fui chamado mais vezes para frequentar a chamada ‘sociedade carioca’. Eu estava vendo como aquela gente vivia e se comportava e comecei a escrever sobre eles", lembra.
Reginaldo Faria, Betty Faria, Isabela Garcia, Maria Padilha, o novelista Manoel Carlos, na época colaborador da produção, e o crítico de televisão Nilson Xavier falam ao "Reviva" sobre a importância da novela para suas vidas e para toda uma geração. A trama é centrada nos irmãos Fragonard. Nelson, vivido por Reginaldo Faria, é um bon vivant campeão de pesca, que, sem grandes recursos financeiros, vive de aparências. Sua vida é bem diferente da do irmão, Miguel (Raul Cortez), um bem-sucedido cirurgião plástico. "Ele tinha certa revolta em relação a isso, uma certa mágoa ou um ressentimento em relação ao outro", explica Reginaldo sobre o seu personagem.
A rivalidade entre os dois ganha ainda mais força quando Lígia, interpretada por Betty Faria, se envolve com eles. Com dois casamentos anteriores frustrados, ela procura um amor, mas que lhe traga também ascensão social. Ligia se encanta por Nelson, sem saber que ele não tem dinheiro. Miguel, por sua vez, também se apaixona por ela, formando um triângulo amoroso. "Ela não tinha cabeça de dondoca porque ela foi trabalhar, foi ganhar o dela. Então, eu não me lembro da Lígia como uma mulher ambiciosa no mau sentido. Ela podia ter ambição de dar certo na vida, isso sim. Mas não se encostando em alguém. Nisso, eu acho que ela era bastante ética", defende Betty Faria.
O crítico de televisão Nilson Xavier acredita que o título da novela seja uma referência à personagem explosiva de Betty Faria. "A Lígia era uma mulher sensual, quente e que queimava todo mundo que se aproximava dela. Era uma personagem muito forte, de ideias muito fortes, ambiciosa, mas muito segura de si."
Isabela Garcia tinha apenas 12 anos quando interpretou a pequena Maria Helena. Hoje, com 40 anos de carreira, ela se lembra do papel. "Eu era uma criança que vivia em um orfanato. Depois, tentavam adotar essa criança, só que ela descobria que tinha uma família de verdade, tinha um pai. E era uma pessoa com quem ela já convivia", recorda a atriz em referência a Nelson, seu pai biológico na novela.
Além da questão da adoção, "Água Viva" aborda outro tema bem polêmico para o início dos anos 1980: o topless. Maria Padilha, estreante na telinha na época, interpreta a jovem Beth e protagonizou uma das cenas mais emblemáticas da TV ao lado de Tônia Carreira, que vivia a ricaça Stella Simpson. Ambas tiram a parte de cima do biquíni e causam alvoroço na praia da zona sul carioca. "Era uma garota do posto nove [ponto de encontro jovem na praia de Ipanema, no Rio], desencanada, uma representação do que o Gilberto achava que era a juventude na época. Virou uma bandeira."
Manoel Carlos foi chamado para auxiliar Gilberto Braga a escrever a novela. "Eu me senti muito honrado em ser chamado por ele. Era uma colaboração absolutamente encomendada pelo autor. Nós fazíamos uma reunião toda semana e conversávamos sobre a novela. Eu ia pra casa, escrevia e mandava para ele. A novela era dele! Eu era um mero colaborador, muito feliz e muito atento."
FONTE: BemParaná.Com.Br

Vem Aí ÁGUA VIVA


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A maresia e o clima de praia da novela 'Água Viva'

Chega ao VIVA o sucesso dos anos 80 de Gilberto Braga

Escrita por Gilberto Braga com a colaboração de Manoel Carlos, a novela foi ao ar pela primeira vez em1980, pela TV Globo, e revelou as paisagens exuberantes do litoral carioca. A trama ambientada no Rio de Janeiro, chega no VIVA dia 30 de setembro, revelando disputas amorosas e a ambição pela ascensão financeira.
Jorge Fernando e Isabela Garcia em 'Água Viva' (Foto: CEDOC/TV Globo)Jorge Fernando e Isabela Garcia em 'Água Viva' (Foto: CEDOC/TV Globo)

Miguel Fragonard (Raul Cortez) é um cirurgião plástico de sucesso e irmão de Nelson (Reginaldo Faria) um bon vivant que nunca trabalhou e vive de renda, eles disputarão o amor de Lígia (Betty Faria). Ela é uma mãe de dois filhos, muito ambiciosa que não mede esforços para ascender socialmente. Durante a trama, Lígia se encanta por Nélson, sem saber que ele perdeu toda a sua fortuna. Miguel, após perder a mulher na explosão de uma lancha, também se apaixona por Lígia, sem saber de sua relação com Nélson.
Nélson (Reginaldo Faria), Lígia (Betty Faria) e Miguel (Raul Cortez) (Foto: CEDOC/TV Globo)Nélson (Reginaldo Faria), Lígia (Betty Faria) e Miguel (Raul Cortez) Foto: CEDOC/TV Globo

O drama da órfã Maria Helena (Isabela Garcia) é uma outra trama que também envolve os protagonistas. Ela precisa lidar com a possibilidade de deixar o orfanato onde viveu grande parte da sua vida. Sua única amiga, a assistente social Suely (Ângela Leal), descobre que ela é filha de Nélson. Ao saber disso, Lígia decide adotar a menina.
Maria Helena (Isabela Garcia) (Foto: CEDOC/TV Globo)Maria Helena (Isabela Garcia) Foto: CEDOC/TV Globo

A novela estreia no dia 30 de setembro, sendo exibida de segunda a sexta, à meia-noite com horário alternativo ao meio-dia do dia seguinte.
Glória Pires, Angela Leal, Isabela Garcia, Maria Padilha, Jorge Fernando em 'Água Viva' (Foto: CEDOC/TV Globo)Glória Pires, Angela Leal, Isabela Garcia, Maria Padilha, Jorge Fernando em 'Água Viva' (Foto: CEDOC/TV Globo)


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Cena de praia de “Lado a Lado” é referência a uma novela de Gilberto Braga

Maria Padilha e Tuca Andrada em “Lado a Lado” (Foto: TV Globo)
A novela das seis da Globo, Lado a Lado, é escrita pela dupla João Ximenes Braga e Cláudia Lage (estreando como autores-solo) sob a supervisão de texto do experiente Gilberto Braga. E já vemos na novela algumas referências à obra de Gilberto Braga.
Recentemente, a francesa liberal Mademoiselle Jeanette Dórleac – vivida por Maria Fernanda Cândido – entrou na trama para escandalizar a provinciana Rio de Janeiro de 1904 e movimentar a novela. Logo adiante, ela será a responsável pela mudança de vida – e de visual – da mocinha sofredora Isabel (Camila Pitanga), quando a levará para passar uma temporada na França.
Este entrecho lembra um que havia na novela Dancin´ Days, sucesso de Gilberto Braga, de 1978. Nesta novela, a sofrida Júlia Mattos (Sônia Braga) se casava com um homem rico e partia para a França para um providencial banho de loja e costumes, com a amiga francesa Solange (Jacqueline Laurence). O seu retorno triunfal ao Brasil marcou a virada da novela. O mesmo está previsto para o atual folhetim das seis.
Mas, foi no capítulo desta terça-feira (05/11) de Lado a Lado que uma sequência chamou a atenção dos fãs da obra de Gilberto Braga. Na novela, a “moderninha” Mademoiselle Dórleac escandalizou os frequentadores de uma praia ao usar trajes de banho nada compatíveis com o início do século XX – pelo menos aos olhos da sociedade carioca da época. Ela e a atriz Diva Celeste – interpretada por Maria Padilha – foram advertidas pela polícia e viraram manchete de jornal e alvo dos curiosos (foto abaixo).
Mademoiselle Dórleac e Diva Celeste repreendidas pela polícia. (Foto: reprodução)
Gilberto usou uma trama semelhante em sua novela Água Viva (em 1980) – também envolvendo a atriz Maria Padilha – e que entrou para a história da TV por causa dos bastidores da gravação. Na novela, as personagens de Tônia Carrero, Maria Padilha, Maria Zilda e Glória Pires escandalizavam uma praia carioca ao fazer topless – uma novidade no Brasil em 1980. Na cena, que tinha como cenário o Posto 9 em Ipanema, as atrizes simulariam um topless, utilizando apenas um par de adesivos para cobrir os seios. A reação dos curiosos ao redor foi repreender as atrizes. A sequência teve que ser gravada em outra praia, em São Conrado.
Quando os curiosos perceberam que faríamos topless, nos expulsaram da praia jogando latas e areia“, lembrou Maria Padilha em entrevista.
Tônia Carrero, Glória Pires e Maria Padilha (de costas) em cena de “Água Viva” (Foto: CEDOC/TV Globo)
De inocentes trajes de banho (em 1904) a topless (em 1980), Gilberto Braga e seus pupilos aproveitaram a mesma atriz dentro da ficção para relembrar um entrecho curioso da vida real. O próprio Gilberto já havia feito algo semelhante, na minissérie Anos Rebeldes (em 1992), em que apresentou as dificuldades de um novelista em escrever uma trama abolicionista durante a ditadura do Regime Militar – numa clara alusão ao que ele passou na época em que escreveu a novela Escrava Isaura, em 1976.
FONTE: Blog do Nilson Xavier

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

“Água Viva” (1980)

Windsurf e pesca marítima foram os esportes abordados nesta solar novela de Gilberto Braga, que mostrou a vida da classe alta à beira-mar e teve várias sequências gravadas em praias cariocas e em Angra dos Reis. A abertura já remetia ao mar, com imagens de windsurf ao som de “Menino do Rio”, na voz de Baby Consuelo. Ficaram famosas as sequências em que as personagens de Tônia Carrero, Maria Zilda, Glória Pires e Maria Padilha faziam topless na praia.
                              

Tonia Carrero, Gloria Pires, Maria Padilha em "Água Viva" (Foto: CEDOC/TV Globo)

domingo, 16 de setembro de 2012



Matéria cita MARIA PADILHA na época da Novela " Água Viva "





Fonte: Memória da TV