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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Filmes com a atriz Maria Padilha

Filmes com a atriz Maria Padilha

Em homenagem ao aniversário da atriz, escolha entre os filmes: Praça Saens Peña (2009) ou País do Desejo (2013)


Praça Saens Peña (2009)
A história vivida por uma família carioca, formada por Paulo, professor, Teresa, gerente de uma lanchonete e Bel, a filha de 15 anos. Uma típica família brasileira, com suas ambições, sonhos e os problemas sociais - da classe média - e conjugais.
País do Desejo (2013)
Roberta é uma famosa pianista de música clássica e, apesar de enfrentar uma dura batalha contra uma grave doença nos rins, aceita o compromisso de fazer uma turnê. Durante um dos concertos acaba desmaiando e é internada numa clínica onde acaba conhecendo o Padre José, religioso muito ligado aos carentes e também irmão dos donos da instituição onde ela está se recuperando. Lá, ele vai descobrir que sua vida nunca mais será a mesma depois deste encontro.

sábado, 22 de março de 2014

País do Desejo é o filme do Cine Chat de fevereiro



Você conversa com o diretor Paulo Caldas e com a atriz Maria Padilha, dia 20 de fevereiro, a partir das 22h.

País do Desejo (Foto: divulgação)País do Desejo (Foto: divulgação)
Seguindo a proposta de aproximar os aficionados por cinema dos realizadores de suas obras favoritas, o Cine Chat Brasil do mês de fevereiro tem como convidados Paulo Caldas eMaria Padilha.

O diretor e a atriz comentam todos os detalhes de País do Desejo (2013).

No dia 20/02, a partir das 22h, um chat estará disponível na página canalbrasil.com.br/cine-chat. Nele, os internautas poderão se conectar a outros fãs e interagir com a dupla enquanto o filme é exibido na TV.

Após o término do longa, a webcam será aberta para que eles respondam às perguntas feitas no bate-papo, ao vivo, pelo site.

A pianista clássica Roberta (Maria Padilha) sofre de um problema crônico nos rins. Ela vive na cidade histórica de Eldorado, onde batalha com as forças que ainda lhe restam, dedicando-se com disciplina e entusiasmo à música.
Durante uma viagem a Pasárgada, naquela que pode ser sua última turnê, passa mal e desmaia no meio de um concerto, justo quando parece tocar da forma mais bela.
Internada numa clínica sob os cuidados do doutor César (Gabriel Braga Nunes), a musicista conhece Padre José (Fabio Assunção), irmão do médico e por quem passa a nutrir um sentimento especial, que rapidamente evolui para uma paixão proibida e inusitada.
O encontro dos dois mudará de forma definitiva suas trajetórias.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Embate entre religião e ciência é revisitado no drama brasileiro "País do Desejo"


  • 24.jan.2013 - Cena de País do Desejo, filme estrelado por Fábio Assunção e Maria Padilha.
    24.jan.2013 - Cena de "País do Desejo", filme estrelado por Fábio Assunção e Maria Padilha.
O antigo debate entre ciência e religião é o que move "País do Desejo", novo longa do cineasta Paulo Caldas ("Deserto Feliz"), cuja trama envolve um padre (Fábio Assunção), uma pianista (Maria Padilha) e um médico (Gabriel Braga Nunes).
Recife e Olinda, onde as cenas foram filmadas, ganham nomes míticos de Pasárgada e Eldorado, o que pode ser uma tentativa de emprestar uma outra dimensão ao filme.
José (Fábio Assunção) é um clérigo um tanto anticonvencional, já que apoia a prática do aborto para uma garota de 12 anos, grávida de gêmeos, que fora estuprada pelo tio.
Quando isto acontece, o bispo (Nicolau Breyner) excomunga a menina, a mãe dela e o médico. Já o estuprador não é punido, o que gera mais revolta no sacerdote. Essa parte da trama é inspirada num fato real, acontecido em Pernambuco em 2009.
Esta é uma das decepções que o padre tem com a Igreja. Ainda assim, defende a fé sempre que entra em discussão com seu irmão médico, César (Gabriel Braga Nunes). Uma das pacientes é Roberta (Maria Padilha), uma pianista acometida por uma doença renal crônica. A personagem sofre uma crise enquanto está na cidade onde fica a paróquia de José.
Aos poucos, o padre se interessa pela pianista, e esse amor mudará o seu destino em vários sentidos. É nesse momento que o embate entre ciência e religião ganha alguns contornos mais nítidos no longa, roteirizado por Caldas, Pedro Severien e Amin Steppler. Mas essa questão permanece num campo mais superficial, nunca vai fundo.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Entrevista “País do Desejo”



“País do Desejo” estreia sexta, 25 de janeiro e a TV UVA conferiu a pré – estreia. O filme gira em torno de uma pianista doente, um padre em dúvidas e um médico frio.  Leia entrevista exclusiva da TV UVA com os atores, Gabriel Braga Nunes, Maria Padilha e Paulo Caldas, roteirista e diretor:
TV UVA – Como foi dramatizar um personagem frio e calculista?
Gabriel Braga Nunes – Basicamente pensando aonde é que a frieza e a maneira calculista dele poderiam aparecer na relação com os personagens, principalmente na relação do personagem do Fábio, meu irmão no filme. Há grandes divergências, um é padre e o outro é médico. Eu gosto de fazer uma psicanálise de cada cena, como é a relação naquele momento e como nas falas e nas situações eu poderia ser frio e calculista.
TV UVA – De que forma você construiu a Roberta, sua personagem?
Maria Padilha – Eu faço todos os meus personagens pensando em música, então esse eu tinha que pensar nela mesmo. E teve também o lado da doença dela. Como fazer uma pessoa que está à beira de morrer e a relação dela com isso? Eu fiquei tentando imaginar como seria uma pessoa que não quer morrer de jeito nenhum e que vai morrer , ela tem uma raiva dela, uma amargura de não poder viver mais e ao mesmo também uma fome de viver muito grande.
TV UVA – O que mais te encanta neste projeto?
Maria Padilha – Eu acho que estar junto com um diretor como o Paulo que é um cara artisticamente interessante e tão íntegro como ser humano, e estar do lado do Fábio, do Gabriel, do elenco todo, acho que estar do lado dessas pessoas para mim já vale muito.
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“País do Desejo” estreia sexta, 25 de janeiro  e a TV UVA conferiu a pré – estreia do filme que gira em torno de uma pianista doente, um padre em dúvidas e um médico frio.  Leia entrevista exclusiva da TV UVA com os atores, Gabriel Braga Nunes, Maria Padilha e Paulo Caldas, roteirista e diretor:
.Paulo Caldas, Maria Padilha, Gabriel Braga Nunes
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TV UVA - Paulo,  a trama tem como base o encontro de uma pianista pessimista, um padre otimista e um médico arrogante. Qual foi sua inspiração?
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Paulo Caldas – O principio foi tratar de três temas fundamentais para o mundo que é a ciência, a religião e a arte. A maior dificuldade foi criar uma história e envolver essas pessoas, não tem como explicar como é que as coisas surgem na cabeça da gente, são tiradas de experiências e é daí que vem o filme também. Eu gosto de histórias diferentes e não de histórias comuns, mas no fundo quase todos os filmes são história de amor e esse não foge disso.
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TV UVA – Como foi o processo de criação do roteiro?
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Paulo Caldas – Bom, eu trabalhei com mais duas pessoas, o Pedro Severien e o Amin Steppler, e a gente trabalhou muito em conjunto, conversando, trocando ideia. Eu acho que o roteiro é fundamental, é a base de tudo, tudo começa por ele e foi por ele que eu comecei também. Enfim, é um trabalho coletivo com outras pessoas, desenvolvida com elas.
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Gabriel Braga Nunes
TV UVA – Como foi dramatizar um personagem frio e calculista?
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Gabriel Braga Nunes – Basicamente pensando aonde é que a frieza e a maneira calculista dele poderiam aparecer na relação com os personagens, principalmente na relação do personagem do Fábio, meu irmão no filme. Há grandes divergências, um é padre e o outro é médico. Eu gosto de fazer uma psicanálise de cada cena, como é a relação naquele momento e como nas falas e nas situações eu poderia ser frio e calculista.
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Maria PadilhaTV UVA – De que forma você construiu a Roberta,  sua personagem?
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Maria Padilha – Eu faço todos os meus personagens pensando em música, então esse eu tinha que pensar nela mesmo. E teve também o lado da doença dela. Como fazer uma pessoa que está à beira de morrer e a relação dela com isso? Eu fiquei tentando imaginar como seria uma pessoa que não quer morrer de jeito nenhum e que vai morrer , ela tem uma raiva dela, uma amargura de não poder viver mais e ao mesmo também uma fome de viver muito grande.
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TV UVA – O que mais te encanta neste projeto?
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Maria Padilha – Eu acho que estar junto com um diretor como o Paulo que é um cara artisticamente interessante e tão íntegro como ser humano, e estar do lado do Fábio, do Gabriel, do elenco todo, acho que estar do lado dessas pessoas para mim já vale muito.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Maria Padilha na estreia do Filme " País do Desejo"


Estreia: Nacional 'País do desejo' aborda embate entre religião e ciência

Cena do longa 'País do desejo', de Paulo Caldas, com Fábio Assunção, Maria Padilha e Gabriel Braga Nunes (Foto: Divulgação)

Fábio Assunção vive padre que defende aborto para menina estuprada.
Durante a trama, personagem se envolve com o de Maria Padilha.

O antigo debate entre ciência e religião é o que move "País do desejo", novo longa do cineasta Paulo Caldas ("Deserto feliz"), cuja trama envolve um padre (Fábio Assunção), uma pianista (Maria Padilha) e um médico (Gabriel Braga Nunes).
Recife e Olinda, onde as cenas foram filmadas, ganham nomes míticos de Pasárgada e Eldorado, o que tenta adicionar uma outra dimensão ao filme.
José (Fábio Assunção) é um padre um tanto anticonvencional, já que apoia que uma garota de 12 anos, estuprada pelo tio e grávida de gêmeos, faça um aborto. Quando isto acontece, o bispo (Nicolau Breyner) excomunga a menina, a mãe dela e o médico, porém, não o estuprador, o que gera mais revolta no sacerdote. Essa parte da trama é inspirada num fato real, acontecido em Pernambuco em 2009.
Esta é uma das decepções que o padre tem com a Igreja. Ainda assim, defende a fé sempre que entra em discussão com seu irmão médico, César (Gabriel Braga Nunes). Ele irá tratar de Roberta (Maria Padilha), uma pianista que sofre de uma doença renal crônica e tem uma crise enquanto está na cidade onde fica a paróquia de José.
Aos poucos, o padre se interessa pela pianista, e esse amor mudará o seu destino em vários sentidos. É nesse momento que o embate entre ciência e religião ganha alguns contornos mais nítidos no longa, roteirizado por Caldas, Pedro Severien e Amin Steppler. Mas essa questão permanece num campo mais superficial, nunca vai fundo.
Contando com um bom casal de protagonistas – Maria Padilha e Fábio Assunção –, o filme nem sempre aproveita todo o potencial deles e as possibilidades que a trama oferece, deixando-se dissolver em cenas, personagens e situações sem muito a dizer, como a enfermeira japonesa (Juliana Kametani), que lê mangás eróticos enquanto come hóstias com ketchup.
FONTE: GLOBO.com

'País do Desejo': novo filme de Maria Padilha chega às telonas!

'País do Desejo', filme com Fábio Assunção e Maria Padilha, estreia nesta sexta-feira (25)

'País do Desejo', filme com Fábio Assunção e Maria Padilha, estreia nesta sexta-feira (25)
Nesta sexta-feira (25), mais uma produção brasileira chega às telonas. 'País do Desejo', quarto longa-metragem do premiado cineasta Paulo Caldas, conta com Fábio Assunção, Gabriel Braga Nunes, Maria Padilha, Nicolau Breyner e Germano Haiut no elenco.
Ambientado na cidade  de Eldorado, o filme gira em torno da história de Roberta (Maria Padilha), renomada pianista clássica que luta contra uma doença renal crônica. Em certo momento da trama, Roberta viaja para Pasárgada, em turnê. Lá, a artista passa mal, é internada em uma clínica e conhece o padre José (Fábio Assunção). A partir daí, a vida dos dois e do pai (Germano Haiut) e irmão do pároco (Gabriel Braga Nunes), médicos e donos da clínica onde Roberta está internada, se entrelaçam.
É sabido que, com a proximidade do Oscar, todo mundo está interessado em ir ao cinema para assistir às produções estrangeiras que estão concorrendo às estatuetas, mas vamos prestigiar o que é nosso também? 'País do Desejo' entra em cartaz no Rio de Janeiro, São Paulo e Recife. 
FONTE: Jornal do Brasil

“País do Desejo” RG na pré-estreia do filme de Fábio Assunção, Maria Padilha e Gabriel Braga Nunes











O Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, foi palco nessa terça-feira (22.01) da pré-estreia do filmePaís do Desejo – drama dirigido por Paulo Caldas que tem no elenco nomes de peso como Fábio Assunção, Maria Padilha, Gabriel Braga Nunes, Fernanda Vianna, Germano Haiut e Nicolau Breyner.
Na trama, um encontro faz a vida de Roberta ( Maria Padilha) tomar outro rumo ao conhecer o Padre José (Fábio Assunção) numa turnê em Recife, na qual passa muito mal em sua apresentação. Com atmosfera que envolve temas como religião, amor e família. RG indica!
Vem ver quem passou por lá…

TVNT acompanha pré-estreia do filme "País do Desejo"


Nesta semana, aconteceu a pré-estreia do filme nacional "País do Desejo", no Rio de Janeiro. A TV NaTelinha esteve presente. 

Dirigido por Paulo Caldas, o longa tem no elenco com nomes como Fábio Assunção, Maria Padilha e Gabriel Braga Nunes, entre outros. 

FONTE:  Na Telinha

"Batemos um bolão", avalia Gabriel Braga Nunes sobre trabalho em 'País do Desejo'



Se tem algo que a convivência em um set de filmagem proporciona a sua equipe é a rica experiência de conhecer melhor seus colegas de trabalho e até criar fortes vínculos profissionais e pessoais. Mas para o elenco do filme País do Desejo, formado por Fabio Assunção (41), Maria Padilha (53) e Gabriel Braga Nunes (40), parece que a convivência durante dois meses na zona da mata de Pernambuco fortaleceu uma amizade bastante verdadeira.
Com um entrosamento afinadíssimo, o trio de atores passou a noite desta terça-feira, 22, rasgando elogios sobre o trabalho em conjunto realizado no filme de Paulo Caldas, que teve pré-estreia em São Paulo e entra para o circuito nacional no próximo dia 25.
"Trabalhar com os meninos foi um prazer enorme. O Gabriel já era próximo, foi ótimo estar com ele. E adorei contracenar com Fabio também, ele é um ator muito disponível, concentrado e sério durante o trabalho. Ele joga totalmente a favor da cena e do que está acontecendo", elogiou Maria Padilha, a grande dama do filme, enumerando as qualidades dos colegas de trabalho. Na trama de País do Desejo, Maria interpreta a pianista Roberta, refém de uma doença terminal que se envolve em um triângulo amoroso com os personagens de Fabio e Gabriel, irmãos na ficção. Relação de irmão, inclusive, apontada como um dos pontos altos do longa-metragem por Gabriel Braga Nunes. "Existe uma relação muito bonita entre meu personagem e o do Fabio. Somos dois irmãos, muito cúmplices, muito amigos, que cresceram no mesmo contexto e foram para caminhos diametralmente opostos. E apesar de todas as diferenças, eles têm muita cumplicidade. Ao longo das filmagens conseguimos traçar muito bem não só as diferenças, que estavam muito claras no roteiro, mas também a cumplicidade. A gente bateu uma bola muito redonda", avaliou, orgulhoso.

Fã do trabalho de Paulo Caldas, o ator Fabio Assunção também aproveitou a oportunidade para enaltecer a experiência ao lado do diretor. “O filme do Paulo é muito lindo, ele é um diretor muito sensível e autoral, que conseguiu dar um tom muito inteligente para a história. De um lado você tem as instituições e de outro lado você tem os desejos dessas pessoas. É uma polêmica boa e leve, que só preenche o filme de coisas boas. E Paulo conduziu tudo isso com muita personalidade”, disse o ator.
E do lado de trás das câmeras, o diretor Paulo Caldas também não poupou elogios a seu elenco. “É um elenco maravilhoso, são atores muito experientes tanto em cinema como em televisão e teatro, e foi uma felicidade poder contar com um elenco tão bom como esse. E para mim foi ótimo porque eles estão em personagens que nunca fizeram. Maria faz muita coisa cômica, Fabio está geralmente ligado à imagem do galã, assim como o Gabriel. Eles fizeram esse trabalho com muito cuidado”, elogiou.
Bastidores da gravação
Para rodar País do Desejo, o elenco do filme se refugiou durante dois meses na pequena cidade de Pau D’Alho, localizada na zona da mata de Pernambuco. Para o ator Gabriel Braga Nunes, a proximidade com este recorte do Brasil foi determinante para entrar no clima da história que iriam contar.
Passamos dois meses em Olinda, completamente imbuídos do espírito daquele lugar, o que é sempre muito importante. Sair de casa, estar na locação específica daquele trabalho, dá um outro grau de concentração e atenção às filmagens. Foi genial!”, recordou o ator.

E se por um lado o contato com o Brasil interiorano contribuiu para a formação da identidade do longa-metragem, a coparceria com uma equipe portuguesa deu oportunidades únicas para o filme rodar no mundo velho. “O filme é uma coprodução com Portugal. Então, além de contar com a atuação do português Nicolau Breyner, no papel de um arcebispo, o filme acabou ganhando espaço na Europa”, revelou o diretor Paulo Caldas.
Enquanto os rapazes do filme fizeram uma espécie de laboratório interno, em suas próprias referências, para encontrar a cara que dariam a seus personagens, a atriz Maria Padilha resolveu dar um passo mais longe em sua pesquisa sobre o universo de sua pianista clássica.
Tinham dois aspectos nesse personagem que eram fundamentais: um era a doença e o outro era o piano, que eu tinha que tocar para parecer uma concertista. Claro que tivemos recursos de dublagem, mas eu quis aprender a tocar as duas músicas que ela apresenta no filme. Esse contato com a música já me deu muito sobre ela. Tomei tanto gosto que resolvi continuar tomando aulas de piano e desenvolvi um pouco mais”, contou a atriz.
Em cartaz em todo o Brasil a partir do dia 25 de janeiro, o filme País do Desejo retrata a relação de uma pianista clássica à beira da morte que encontra na relação de dois irmãos, um padre e um médico, a possibilidade de reparar sua doença. "É um filme que trata de estupro, aborto, doação de órgãos, excomunhão, tudo isso permeado pela libido", acrescentou Gabriel Braga Nunes.

FONTE:  CARAS

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Gabriel Braga Nunes e Maria Padilha lançam 'País do Desejo' no Rio de Janeiro


A dupla de estrelas Gabriel Braga Nunes e Maria Padilha abriu o jogo sobre seus personagens em 'País do Desejo' durante pré-estreia do filme no Rio de Janeiro


Gabriel Braga Nunes (40) e Maria Padilha (53) reservaram a noite desta segunda-feira, 21, para promover o lançamento carioca de seu mais novo trabalho no cinema: o filme País do Desejo. Orgulhosos da produção e gratos pela experiência de trabalhar ao lado do diretor Paulo Caldas, os astros abriram o jogo sobre seus personagens na trama que entra no circuito nacional no próximo dia 25.
"Gostei muito de fazer esse filme, o Paulo Caldas é um diretor muito sensível. É um filme que trata da história de três personagens: uma artista, um médico e um padre. Na pianista, tem a arte; no médico, tem a ciência; e no padre, a religião. O filme coloca de alguma forma esses três pilares em contato. É um filme muito bonito, foi uma experiência sensacional”, revelou Gabriel Braga Nunes, que foi à première acompanhado da suposta namorada Isabel Mello, com quem trocou carinhos durante o evento mas não quis falar sobre relacionamento.
No filme, Gabriel interpreta o médico César, irmão do Padre José, interpretado por Fabio Assunção (41), que se apaixona pela personagem de Maria Padilha. Inspirado no universo médico em geral, Gabriel falou sobre os pontos comuns com o personagem de Fabio no filme. "Não tive nenhum médico específico como referência. É um personagem bastante realista, cético e objetivo. Tem um contraponto muito forte com o personagem do Fabio, somos irmãos completamente diferentes, embora muito amigos", disse.

Na pele da pianista clássica Roberta, a atriz Maria Padilha aborda o ponto de vista da arte sobre o encontro com a morte. "Ela tem uma doença terminal nos rins, fez transplante, não deu certo e está no caminho da morte. O desejo dela é ser uma artista, tocar piano, mas não tem mais condições físicas de fazer aquilo e ela vai cruzar no caminho do padre, que também está com os desejos em relação à religião tumultuados. Esses desejos vão se encontrar e formar novos desejos", avaliou.
Filmado em Olinda, onde a equipe permaneceu durante dois meses alocado para as gravações, o filme País do Desejo conta a história de uma pianista clássica que precisa de uma doação de rim e vai encontrar em um padre a disposição para isso.




FONTE: CARAS

Gabriel Braga Nunes e Maria Padilha lançam filme no Rio de Janeiro

Gabriel Braga Nunes e Maria Padilha lançam filme no Rio de Janeiro - Raphael Mesquita / Foto Rio News


Os atores participaram de pré-estreia na noite desta segunda-feira (21)



A noite desta segunda-feira (21) foi de lançamento no cinema para Gabriel Braga Nunes e Maria Padilha. Ao lado do direto Paulo Caldas, os atores estiveram no Botafogo Praia  Shopping, na Zona Sul do Rio de Janeiro, para a pré-estreia do filme País do Desejo.
Intérprete do médico César na trama, Gabriel Braga Nunes afirmou a satisfação de ter participado do projeto.
"Gostei muito de fazer esse filme. O Paulos Caldas é um diretor muito sensível e fez um filme muito bonito. Eu tenho muito orgulho de ter participado deste trabalho, o meu personagem é bastante sério, realista, cético, e estou muito feliz", contou.
Vivendo a pianista clássica Roberta, que luta contra uma doença terminal nos rins, Maria Padilha comemora a estreia do novo trabalho. “Foi muito bom. O elenco é muito legal e estou muito orgulhosa de ter participado deste trabalho, afirmou.
Na história, que aborda o amor como pano de fundo, ao conhecer o Padre José, vivido por Fábio Assunção, Roberta vê sua vida mudar completamente.


FONTE:  O FUXICO

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Aos 52 anos, Maria Padilha está na reta final do processo de adoção de uma criança



Destaque na televisão interpretando uma atriz do início do século na novela 'Lado a Lado', Maria Padilha aparecerá nas telas de todo Brasil, a partir do dia 25, na pele de uma pianista no longa 'País do Desejo', de Paulo Caldas.


O ano de 2013 promete ser singular na vida de Maria Padilha (52). Sucesso na televisão como Diva, uma atriz do início do século em Lado a Lado, novela das seis da Globo, ela também aparecerá nas telas de todo Brasil, a partir do dia 25, na pele de Roberta, uma pianista que sofre de uma doença crônica renal no longa País do Desejo, de Paulo Caldas. Paralelo aos projetos profissionais, a atriz está realizando um sonho que extrapola sua trajetória de atriz. Casada há três anos com o iluminador Orlando Schaider (40) Maria se diz pronta para ser mãe. Ela está na reta final do processo de adoção de uma criança, desejo que acalenta há cerca de quatro anos.  “Já considero como se fosse meu, mas ainda terei que passar por uma avaliação, porque eles deixam de seis meses a um ano com a pessoa, pra fazerem a avaliação”,  revela, argumentando que não pode falar muito sobre o processo obedecendo uma orientação da Justiça. Durante uma entrevista exclusiva para CARAS Online, no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico, no Rio, Maria Padilha falou sobre adoção, casamento, maturidade e carreira.

A partir do dia 25 você estará nas telas interpretando uma pianista em “País do desejo”. Como foi fazer esse filme?
- Nós filmamos em 2010. O roteiro junta ciência, religião e artes. Tem o personagem de um padre, feito pelo Fábio Assunção e suas insatisfações com os dogmas da religião, que não atendem aos seus anseios mais cristãos de amor ao próximo. Tem um médico que é o Gabriel Braga Nunes, irmão do Fábio no filme, e o meu personagem, que é uma pianista. Ela sofre de uma doença crônica renal, faz diálise, já fez transplante, mas não deu certo, e ela está em fase terminal quando começa o filme. Ela não quer parar de tocar e vai fazer um concerto numa cidade. Tem uma chuva torrencial, vai pouquíssima gente e estão na plateia o padre e o médico. No meio do concerto e ela vai para uma clínica e conhece o padre. Os filmes pernambucanos, de um tempo pra cá, estão tentando sair do cangaço, da pobreza. É uma tentativa de conversar com essa outra classe social.
- Já tocava piano antes ou aprendeu para interpretar a personagem?
- Toquei quando era adolescente e nunca mais tinha tocado, porque piano é muito difícil. Quando fiz a peça “As Três Irmãs”, em 1999, tinha um diretor musical muito legal, dizia-se que meu personagem tocava piano e ele me colocou em duas cenas tocando uma coisinha bem simples. Reaprendi. Tenho dois projetos para quando acabar a novela, voltar a fazer aula de dança e piano.
Em ‘Lado a Lado’ você vive uma atriz do início do século. Como tem sido a experiência?
- A gente sabe como era, mas a novela também tem que dialogar com o público. Naquela época, todas as atrizes falavam com sotaque português e, se a gente fizesse isso, ficaria distante. Tem umas licenças poéticas, é uma brincadeira e, por ser uma novela das seis, não é um tratado sociológico profundo sobre teatro daquela época, é um panorama.

Sua personagem luta pelo teatro dela e você também já passou por algumas situações em que teve que lutar para conseguir encenar uma peça, como quando posou nua. Como foi isso?
- Queria fazer a peça de qualquer maneira. Eu luto pelas coisas, como ela. Na minha vida as coisas não são muito fáceis, apesar de parecerem. E gosto do que é mais difícil, sou do contra. Se falam que essa peça é a minha cara,  vou querer fazer a outra e sofrer porque não é tão fácil pra mim. Gosto do que me apresenta desafio.
Dezenove anos depois, se arrepende de ter posado nua?
- Não. Nunca peguei uma ponte aérea e recebi uma cantada por causa daquelas fotos. Tinha uns amigos muito ciumentos, que não queriam que eu fizesse, e depois o mais ciumento deles me ligou dizendo que ficou muito feliz, porque as fotos não me revelavam.

São 32 anos de carreira?
- Profissionalmente. Considero que comecei a ser atriz quando larguei a faculdade de desenho industrial, fiz umas peças infantis, musical, mas não achava que ia ser atriz, curtia, não achava que aquilo ia ser a minha profissão. Era um hobby, sempre gostei desde criança, porque não tinha artista na família, não era muito viável.
Você declarou recentemente que gostaria de adotar uma criança. Como está essa questão?
- Estou com uma adoção em processo e, quando a gente está em processo, não pode mostrar a criança, porque só será concretizado daqui a uns nove meses. Acho melhor não falar muito, porque já considero como se fosse meu, mas ainda terei que passar por uma avaliação porque eles deixam de seis meses a um ano com a pessoa, para fazerem a avaliação. Estou até gostando, mas isso surgiu junto com a novela e fiquei quase louca (risos). Vou acabar a novela e ter mais tempo pra me dedicar.

Fez restrições sobre idade e sexo?
- Não, meu perfil era bem diverso. Demorou muito, depois de habilitada, três anos e meio. É bom pras pessoas saberem, é projeto para cinco anos. Depois pensei que devia ter feito inseminação artificial (risos).
-  Esta descobrindo a maternidade agora. Não era uma prioridade antes?
- Era muito exigente com parceiros, porque pensava em não ter filhos com um homem para não ficar ligada pelo resto da vida a ele. Tinha medo dessa ligação. Fui descobrindo varias coisas na análise, também pelo fato da minha mãe ter morrido cedo, tinha medo de morrer e não poder cuidar da criança. Tinha medo de não ter dinheiro porque sempre fiz escolhas bem arriscadas, como, por exemplo, ao invés de uma novela fazer uma peça, e com filho seria diferente. Acho que foi o que tinha que ser e está ótimo.
- Viveu alguma crise com a chegada dos 50 anos?
- Estava pensando nisso antes de vir pra cá. A idade é que nem uma enchente, as pessoas estão vendo na televisão, morrendo de pena, mas você está ali tendo que tirar a água e não está podendo pensar em “coitado de mim que estou vivendo uma enchente”. Então, acho que a idade preocupa muito mais a quem está de fora do que a quem está dentro, porque a gente vai vivendo o que tem pra viver. E não tem nada que mude da noite pro  dia, é que nem ano novo, nada muda do dia 31 para o dia 1º, como nada muda dos 49 pra 50, o cabelo não fica branco de repente, nem as rugas chegam de repente. Não estou querendo minimizar, mas as pessoas de fora adoram saber a idade dos outros, principalmente mulher.

- Então essa é uma questão bem resolvida para você?
- Outro dia vi uma entrevista da Jane Fonda e ela disse que quando fez 60, falou “vou viver o terceiro ato da minha vida”. Porque, normalmente as pessoas vivem até 90 anos, então ela disse que resolveu dar uma arrumada na vida, pra viver aquele terceiro ato bem. Achei bacana, gostei da ideia, vou dar uma arrumada na casa espiritual, emocional, material, para passar os próximos  anos mais tranquila. E a idade é o que se acumula de experiência, você pode ter 50 anos e uma experiência de quem viveu 20 e pode ter 20 anos com experiência enlouquecida. Então, às vezes isso te dá uma coisa atá chata, porque já sabe o que não vai dar certo, o que não é tão bom, mas tem que esperar as outras pessoas perceberem. A idade requer um exercício de paciência, porque senão a vida fica muito chata, tem que se divertir.
- Envelhecer não te assusta?
- Não. Sabe que me assustava mais quando era jovem, eu pensava “caramba, 50 anos!”.
Não tenho problema de ficar sozinha, adoro ler, cinema, teatro, adoro ter amigos, não me assusta, também gosto. Sou uma pessoa agregadora, gosto de estar entre pessoas, mas também gosto da solidão. O problema da velhice é o estigma, porque um sapato velho a gente joga fora, o estigma de não ter mais utilidade. Não quero ser enxergada como uma pessoa que não tem mais utilidade ou, por conta da velhice, ficar com problemas físicos ou psicológicos, doença é uma coisa muito chata.

- Como lida com a boa forma?
- Eu era muito magra há  um tempo atrás, tive anorexia nervosa, não conseguia comer, comia e me dava um bolo no estômago, então tinha problema pra ganhar peso. Fiz, durante muito tempo, uma alimentação trash, com danoninho, sucrilhos, coisa que engordasse e não me desse trabalho de comer, creme de abacate, muito doce. Depois quando tinha 36 anos, fui a um geriatra, fiz exames e estava tudo lá em cima. Ele disse que eu teria que mudar radicalmente, então mudei, meu desejo pra doce diminuiu muito. Adoro brigadeiro, mas como dois e já fico enjoada.  Lá em casa é meio natural, a gente come coisas integrais, não como fritura, gordura, quase não como carne, raramente, só se for um churrasco, uma carne feita na hora, porque não sou radical.
- Faria alguma plástica de rejuvenescimento?
- Se necessário, sim. Acho que a gente não deve tentar ter o rosto que tinha com 30, 40 anos aos 60, porque tem que ter uma harmonia. Há pouco tempo, vi uma foto minha e minha boca era maior, me deu um ódio, minha boca acabou. Então, fui a um grande cirurgião e queria fazer alguma coisa. Ele falou que se colocasse aquela boca no meu rosto agora, ia ficar horrível porque antes ela cabia no meu rosto e agora ia ficar parecendo uma patolina (risos). Ele não quis fazer. Vai chegar uma hora em que vou ter que optar, ou fico um pouco torta e toda empapada... Acho que sou vaidosa e vou optar por uma plástica.

- Seu marido é 12 anos  mais novo que você. Em algum momento essa diferença de idade foi um problema?
- Ele tem 40. Até maio, brinco que fico 11 anos só  mais velha. Quando o conheci, achei que ele era mais velho, porque tem cara de mais velho. Quando soube a idade, tive um choque emocional. Isso é uma coisa chata pra mulher. Sempre gostei de homem mais velho, gosto de ouvir histórias de experiências, sou nostálgica de épocas que não vivi, mas os homens da nossa idade ou mais velhos ou estão casados ou loucos pra descansar e pegar uma garotinha que não questione nada, não querem pegar uma relação. Quando conheci o Orlando, achei que era um homem já formado, ele tem três filhos. Mas tudo certo, não atrapalha nada. Antes dele, já tinha namorado algumas pessoas mais jovens.
FONTE: CARAS

sábado, 12 de janeiro de 2013

O País do Desejo

Fãs de um bom drama vão aprovar a nova produção nacional que está prevista para ir às telonas em 25 de janeiro: País do Desejo vai contar a história de uma pianista clássica de renome que luta contra uma doença crônica nos rins, Roberta (Maria Padilha), que vive na cidade histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais. Lá, luta a sua batalha com as forças que ainda lhe restam e dedica-se com disciplina e paixão à música.
 
Durante uma viagem ao Recife, naquela que pode ser a sua última turnê, Roberta passa mal e desmaia durante um concerto no Teatro de Santa Isabel, justo quando parece tocar da forma mais bela. Internada numa clínica, Roberta conhece Padre José (Fábio Assunção), pároco da Igreja de Santo Agostinho, extremamente envolvido com a comunidade, localizada em área rural canavieira próxima à capital pernambucana.
A partir desse episódio, a família do Padre passa a ter uma importância fundamental na história, já que o pai (Dr. Orlando – Cláudio Marzo) e o irmão (César – Gabriel Braga Nunes) são médicos e donos da Clínica do Rim, na qual Roberta está internada. 

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Família, amor, celibato, medicina e igreja se misturam num drama contemporâneo. A originalidade de 'O País do Desejo' está no fato de o filme ter uma linguagem ambígua e leve, quase próxima da comédia, e transferir para o público qualquer juízo final sobre um amor proibido.

FONTE:  Lindizzima