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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Maria Padilha estará em " A Regra do Jogo" próxima novela de João Emanuel Carneiro

O namorado de Maria Padilha ainda nem era nascido quando o Circo Voador virou sensação na Praia do Arpoador no início da década de 80. No retorno do emblemático espaço às areias no fim de semana, a atriz reapareceu acompanhado de seu amor, 27 anos mais jovem que ela.
Breno Souza e Padilha, de 56, estão juntos desde novembro do ano passado e aparecem raramente circulando por aí. Na última quarta-feira, ela esteve no Prêmio da Música Brasileira, realizado no Theatro Municipal, mas estava desacompanhada do namorado novinho.
Maria Padilha está longe das novelas desde que viveu a divertida personagem Diva Celeste em "Lado a lado", mas a atriz já está confirmada no elenco de "A regra do jogo", próxima trama das nove.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Maria Padilha passa primeiro Dia das Mães sem esconder filho adotivo: 'Alívio'

O Dia das Mães, neste domingo (12), será comemorado de forma bem diferente por Maria Padilha: "Vou poder curtir escancaradamente", afirma a atriz, que conquistou a guarda definitivado filho adotivo Manoel, de dois anos, ao Purepeople.
processo de adoção durou um ano e sete meses e, durante esse tempo, Maria e o marido, o iluminador Orlando Schaider, tentaram de todas as maneiras preservar a imagem do filho.
"É um alívio poder circular livremente! Os trâmites envolvem muitas questões e nós não queríamos correr o risco de perder Manoel. Adotar uma criança não é como ir ao supermercado e escolher uma na prateleira. Tem que se ter muito amor e dedicação'", explica a atriz.
Segura, Maria agora pode declarar publicamente o seu amor a Manoel, que veio suprir um desejo acalentado pela atriz por dez anos anos. Aos 44 anos, o 'relógio biológico' bateu forte e ela decidiu que era a hora de ser mãe. Na época, porém, Maria se separou e optou por não fazer uma produção independente.
Mas em 2008, o desejo voltou ainda mais forte e ela partiu para adoção. "Eu ainda podia ter um filho biológico, mas não queria fazer uma inseminação artificial. Achei que adotar seria mais rápido... Eu queria o meu bebê logo!", relembra.
Realização de um sonho
Em meio à busca por uma criança, Maria Padilha começou a namorar Orlando, que 'abraçou a sua causa'. "Ele já era pai de três filhos adultos, mas entrou nessa comigo. Manoel é louco por ele!", conta Maria.
Por conta do projeto de ser mãe, Maria recusou vários convites de trabalho e ficou - como ela gosta de definir - 'meio afastada'. Em 2012, Maria se cansou de esperar, decidiu mudar um pouco o seu foco e aceitou participar da novela "Lado a Lado". No dia da estreia da trama - que ganhou o 41º prêmio Emmy de melhor telenovela -, a atriz recebeu o telefonema do abrigo onde estava Manoel.
"Tenho pavor à rejeição e não queria sentir isso por uma criança. Mas não tive dúvidas quando o vi: é ele!", diz a atriz, revelando que no mesmo instante em que viu o filho (que tinha apenas 5 meses), já se sentiu mãe.
"Nunca questionei se ele era ou não o meu filho. O amor é uma coisa muito louca, pois se instala na gente de uma forma muito intensa. Não consigo imaginar que Manoel seja filho de outra pessoa. Ele é meu!", garante.
Filho único
A adaptação da criança foi rápida e, hoje a atriz se delicia com as pequenas descobertas do filho. Ele já está na escola, na natação e adora esportes.
"É um touro! O corpinho é todo musculoso. Quando Manoel chega para brincar com outras crianças tenho que sair gritando: ele tem só dois anos, tá? Senão as pessoas acham que ele é um menino grande tentando pegar os brinquedos das outras crianças", diverte-se orgulhosa Maria, destacando que ficou emocionada quando ouviu o filho chamá-la pela primeira vez de 'mamã'.
Aos 54 anos, a atriz não pensa em ter mais filhos... Pelo menos por enquanto! "Dá um trabalhão! É maravilhoso, mas Manoel tem muita energia. Ele é atlético e sociável até demais: pára as pessoas na rua para conversar e eu não consigo chegar ao meu destino. (Risos)", brinca.
Na verdade, Maria Padilha confessa que o fato de ser orfã de pais a faz temer a morte. "A filha do Orlando vai ser mãe e Manoel já vai ser tio, imagina? Mas trato isso com a minha terapeuta. Quando ele tiver com uns 20 anos, eu vou estar com uns 80... A chegada do meu filho só me fez ter ainda mais vontade de me cuidar, de ficar bem e ser uma pessoa melhor"
Maria Padilha ganhou a guarda definitiva de Manoel, de 2 anos. O processo de adoção durou um ano e sete meses
Maria Padilha ganhou a guarda definitiva de Manoel, de 2 anos. O processo de adoção durou um ano e sete meses

Maria Padilha ganhou a guarda definitiva de Manoel, de 2 anos. O processo de adoção durou um ano e sete meses




Maria Padilha ganhou a guarda definitiva de Manoel, de 2 anos. O processo de adoção durou um ano e sete meses
Maria Padilha ganhou a guarda definitiva de Manoel, de 2 anos. O processo de adoção durou um ano e sete meses

Maria Padilha ganhou a guarda definitiva de Manoel, de 2 anos. O processo de adoção durou um ano e sete meses


Maria Padilha ganhou a guarda definitiva de Manoel, de 2 anos. O processo de adoção durou um ano e sete meses

Maria Padilha ganhou a guarda definitiva de Manoel, de 2 anos. O processo de adoção durou um ano e sete meses

Maria Padilha ganhou a guarda definitiva de Manoel, de 2 anos. O processo de adoção durou um ano e sete meses


Maria Padilha ganhou a guarda definitiva de Manoel, de 2 anos. O processo de adoção durou um ano e sete meses


F

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Maria Padilha e filho se divertem na Zona Sul do Rio

A atriz Maria Padilha aproveitou o feriado da Sexta-Feira Santa, 18, para brincar muito com o filho, Manoel. O menino pedalou pela orla carioca e pulou muito no parquinho. No final do dia, sobrou para mamãe, que precisou carregar a criança já exausta de tanto brincar.
Em outubro do ano passado, Maria estava formalizando o processo oficial de adoção de Manoel, na época com 1 ano e meio. Manoel mora com a atriz desde bebê e já era a terceira vez que a guarda provisória era renovada. A previsão era que ela tivesse a guarda definitiva da criança em cerca de três ou quatro meses.
Maria Padilha com o filho na Lagoa (Foto: Jc Pereira/Agnews)
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Maria Padilha leva o filho no colo (Foto: Jc Pereira/Agnews)





Maria Padilha sobre o filho: ‘É um alongamento contínuo do coração’

GALERIA Maria Padilha e o filho Manuel, de 2 anos (Foto: Luiza Dantas / Divulgação)Maria Padilha e o filho Manoel, de 2 anos (Foto: Luiza Dantas / Divulgação)

Há um ano e sete meses, Maria Padilha conheceu o amor que mudaria sua vida para sempre. O primeiro encontro entre ela e a pessoa que viraria seu coração de cabeça para baixo aconteceu em um abrigo de Cascadura, subúrbio do Rio. Foi quando a atriz viu pela primeira vez Manoel, um bebê de cinco meses. A criança era o filho que durante cinco anos Maria esperava em uma fila de adoção. A partir dali, Manoel, que dormia em um bercinho, não fazia ideia que, naquele momento em diante, ele não só ganhava uma mãe apaixonada e devotada, como também a história de sua vida seria contada de uma outra maneira.
Desde que resolveu adotar um filho e dar início ao processo de adoção, Maria Padilha parou sua vida profissional. Recusou muitos trabalhos crente que a criança viria rápido e, assim, poderia ter mais tempo para cuidar dela. Mas Manoel só veio cinco anos depois e chegou quando ela já havia dado como praticamente certo o fim de seu sonho. Por isso, acabou aceitando o convite para ser a Diva da novela da TV Globo “Lado a lado”. Quando estava indo para a exibição do primeiro capítulo da trama em uma churrascaria do Rio, o inesperado aconteceu.
'Coração maior do que o mundo'
O telefone da atriz tocou e do outro lado da linha Maria ouviu o que esperava durante tantos anos: seu filho a aguardava em uma abrigo. “Saí das gravações e fui até Cascadura buscá-lo. Na hora que o vi, senti o cupido me flechar. A cada dia que passa digo que o amor que sinto por ele é o alongamento contínuo do meu coração. Meu coração está maior do que o mundo!”, diz a atriz.
Maria Padilha e o filho Manuel, de 2 anos (Foto: Luiza Dantas / Divulgação)O filho a faz lutar para ser uma pessoa melhor
Mãe relax
Casada há cinco anos com o iluminador Orlando Schaider, a atriz de 54 anos resolveu partir para a adoção por considerar a inseminação artificial um processo lento e trabalhoso. “Eu não tinha ideia da demora que é um processo de adoção. Quando resolvi fazer a novela ‘Lado a lado’,  já estava ciente do longo tempo que levaria para ter meu filho. Mas não é que ele chegou justamente quando eu estava no ar?”, lembra ela.
Rapidamente, ela providenciou o enxoval de Manoel e o levou do abrigo para casa. O menino ficou aos cuidados de uma babá, enquanto a atriz dava conta das gravações da novela. Quando finalmente o trabalho chegou ao fim, Maria pôde se entregar de corpo e alma ao filho: “Acho até que ele se parece comigo, sabia? Não consigo nem imaginar que ele tem outro pai e outra mãe. Claro que Manoel saberá de tudo um dia”.
Corajoso, destemido, sedutor e engraçado são os adjetivos que a mamãe usa para definir a personalidade de Manoel. Ela conta orgulhosa que antes de ele completar 2 anos de vida já desbravava as ondas de Búzios, Região dos Lagos do Rio, acompanhado dos priminhos na prancha de surfe. “Sou uma mãe relax. Não tenho medo. Quero que ele seja um ser humano seguro de si. Acho que uma pessoa insegura é o que gera mais problemas na gente.”
Filho é bom de qualquer jeito. Criança é uma loucura de bom!"
Maria Padilha
Maria colocou Manoel na escola quando ele tinha 1 ano e 8 meses. Tudo para ele passar a se relacionar com crianças de sua idade. Uma das maiores preocupações de Maria é quanto ao futuro caráter do filho: “Sempre tive medo de ter uma criança mau-caráter ou burra. Mas meu terapeuta disse que o caráter não nasce com a pessoa e é a gente que o coloca nos filhos. Ser mãe é um aprendizado. A gente fica querendo ser um cidadão cada vez melhor: melhor mãe, melhor atriz, ter a melhor saúde... Quero durar muito tempo!”
Nos momentos de estresse entre mãe e filho não há ira que resista a um beijo de Manoel. “Ele me dá um beijo e fico ótima!”, garante. Entusiasmada com a experiência da maternidade, Maria tem vontade de ter outros filhos, mas a falta de uma estrutura familiar a desencoraja. “Sou órfã de pai e mãe. Sou meio sozinha. Por isso que demorei tanto a ter filhos. Mas a chegada de uma criança ajeita tudo. O amor que eles trazem gera uma rede de amor grande! Tudo conspira a favor. Filho é bom de qualquer jeito. Criança é uma loucura de bom!”
GALERIA Maria Padilha e o filho Manuel, de 2 anos (Foto: Luiza Dantas / Divulgação)Um beijo de Manoel faz Maria perdoar qualquer peraltice do filho (Foto: Luiza Dantas / Divulgação)


FONTE: EGO

sábado, 1 de março de 2014

EXCLUSIVO: Maria Padilha é escalada para a novela “Falso Brilhante”

EXCLUSIVO: Maria Padilha é escalada para a novela “Falso Brilhante”

Fora do ar desde o fim de “Lado a Lado”, a atriz Maria Padilha é mais um nome muito cotado para o elenco da próxima novela  das nove da Globo, “Falso Brilhante”, que estréia no final de julho na Globo.
É a primeira vez que ela fará uma novela de Aguinaldo Silva.

Padilha já trabalho com Aguinaldo em outras produções como a série “Cinquentinha” e a minissérie“Bandidos da Falange”.

sábado, 14 de dezembro de 2013

'Lado a lado' surpreende, bate 'Avenida Brasil' e leva o Emmy Internacional

Diva Celeste (Maria Padilha) e Mário Cavalcanti (Paulo Betti), em cena da novela Lado a Lado.  ( Raphael Dias/TV Globo)
Diva Celeste (Maria Padilha) e Mário Cavalcanti (Paulo Betti), em cena da novela Lado a Lado.
A novela 'Lado a lado', de João Ximenes Braga e Claudia Lage, surpreendeu e levou o prêmio de Melhor Novela no Emmy Internacional, considerado o Oscar da televisão, em cerimônia que ocorreu em Nova York na última segunda-feira, 25. O folhetim bateu a forte concorrente 'Avenida Brasil', novela de João Emanuel Carneiro que se tornou um dos maiores sucessos dos últimos tempos na TV brasileira, com altos índices de audiência e popularidade nas redes sociais.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Maria Padilha em reprise

Nos últimos anos a presença de Maria Padilha na TV tem sido quase bissexta. Antes de “Lado a Lado”(João Ximenes Braga e Cláudia Lage, 2012), seu mais recente trabalho, no qual interpretou a atriz de teatro Diva Celeste, sua última participação em uma novela inteira tinha sido em “Mulheres Apaixonadas”(Manoel Carlos, 2003). Neste hiato de dez anos a atriz fez pequenas participações nas novelas “Paraíso Tropical” (Gilberto Braga e Ricardo Linhares, 2007) e “Insensato Coração” (Gilberto Braga e Ricardo Linhares, 2011) e na minissérie “Cinquentinha” (Aguinaldo Silva, 2009). Mas, em compensação, atualmente a atriz pode ser vista em três reprises, nas quais o público pode conferir três diferentes momentos de sua carreira: em “O Cravo e a Rosa” (Walcyr Carrasco e Mário Teixeira, 2000), atual cartaz doVale a Pena Ver De Novo, e em “Água Viva” (Gilberto Braga e Manoel Carlos, 1980) e “Anjo Mau” (Maria Adelaide Amaral, 1997), em exibição no Canal Viva.
Em “O Cravo e a Rosa”, Maria dá vida à Dinorá, uma vilã adocicada. Autoritária, tem a cumplicidade da mãe, Dona Josefa (Eva Todor), e do irmão, Heitor (Rodrigo Faro), e vivem à custa de Cornélio (Ney Latorraca), o marido que Dinorá mantém na rédea curta.  Quando era jovem ela tomou Cornélio de sua prima Dalva (Bia Nunes), a quem chama de “prima pobre”. No decorrer da trama, ela se envolve com Celso (Murilo Rosa), um rapaz mais novo. Por conta desta paixão, Dinorá o separa de Candoca (Miriam Freeland), filha de Dalva, ao revelar que a moça não é mais virgem. No início da novela, convence Petrucchio (Eduardo Moscóvis) a se casar com a feminista Catarina (Adriana Esteves), para facilitar o casamento de Heitor com Bianca (Leandra Leal), irmã de Catarina. Mas, posteriormente, se une à Marcela (Drica Moraes) para atrapalhar a felicidade do casal.

na época com 19 anos. Na trama, ela fazia parte do núcleo jovem. Era Beth, amiga de Sandra (Glória Pires) e dividia apartamento com Jader (Jorge Fernando).  Ao lado de Tônia Carrero e Maria Zilda Bethlém, protagonizou a antológica cena em que insinuava um topless na praia. Sobre a cena, a atriz declarou em entrevista ao Jornal O Globo (edição de 01/10/2013) que sofreu bullying.


Quando gravamos a cena do topless, as pessoas jogavam areia e latas de cerveja na gente, em repúdio (…) E olha que nem estávamos com os seios à mostra, usávamos uma cobertura para esconder (…)Depois que fiz a cena, as pessoas me identificavam na rua como a personagem. Elas me paravam e falavam ‘tira, tira’, em referência à Beth. Eu sofri bullying por causa da personagem”, lembrou a Maria.
A atriz também declarou em entrevista ao Jornal (edição de 06/10/2013), que não gostava de sua interpretação.
Eu era muito crua, achava horrível a minha interpretação. Nunca tinha feito televisão e ficava constrangida em cena. Lembro que só passei a melhorar anos depois, quando o Dennis Carvalho me disse para fazer televisão como se fosse teatro”, declarou.
No remake de “Anjo Mau”, a atriz viveu Stela Medeiros, uma mulher de bom coração, sentimental, mas ao mesmo tempo ciumenta, fútil e passional. Filha mais velha de Eduardo Medeiros (José Lewgoy), é irmã de Rodrigo (Kadu Moliterno) e Ricardo (Leonardo Brício). Mesmo tendo pequenas discussões com os irmãos, sempre volta atrás e faz as pazes com eles. Casada com Tadeu (Daniel Dantas), morre de ciúmes do marido e acredita que ele a trai com uma ninfeta, a jovem Simone (Samara Felippo), quando na verdade a garota é filha dele. Por pensar que o marido vive este caso conjugal, a sociliate usa fantasias sexuais para apimentar o casamento. Sendo algumas delas: colegial, sadomasoquista e tigresa, o que sempre garantiam cenas hilárias de humor. Casados há muitos anos, Stela e Tadeu são pais do pequeno Téo (Bruno e Tiago). Mas Stela não tem muito jeito com a rotina diária de um bebê, por isso confia todas as tarefas na babá. Para tal função contrata Nice (Glória Pires), o que dá o pontapé inicial da toda a história da novela.  Ameaça demitir Nice várias vezes, mas sempre volta atrás, pois depende dela. Não concorda com a união de Rodrigo com a babá, mas por remorso por ninguém ter comparecido na cerimônia de casamento do casal, inclusive ela, passa a aceitar Nice como cunhada e se tornam amigas.
Dinorá, Beth e Stela. Três personagens diferentes e uma mesma Maria Padilha. A atriz que, como dissemos, não é uma presença constante na TV, tem tino para o humor e dá toda uma graça à sua interpretação. Outros trabalhos de destaque na carreira de Maria Padilha são: “Mico Preto” (Euclydes Marinho, Marcílio Moraes e Leonor Bassères, 1990), “O Dono do Mundo” (Gilberto Braga, 1991), “Decadência” (Dias Gomes, 1995), “Malhação” (Maria Elisa Berredo, Patrícia Moretzsohn e Emanuel Jacobina, 1999), além das já citadas, “Mulheres Apaixonadas” e “Lado a Lado”. E enquanto não vem o próximo, vamos nos aproveitando das reprises em dose tripla da atriz.


domingo, 20 de outubro de 2013

Globo acredita que “Lado a Lado” tem mais chances de ganhar o Emmy 2013



Dentro da Globo, pelo menos, "Avenida Brasil" não é apontada como favorita absoluta na briga pelo Emmy Internacional. O clima do "já ganhou" não existe, e por razões altamente justificadas e acima de qualquer discussão.

A novela foi, sim, bem de audiência, contou com uma direção inovadora de Amora Mautner e companhia, teve atuações que conseguiram prender o público até o fim e está hoje entre as mais vendidas no mundo. Só que, o tempo todo, ficou naquilo da vingança, muitas vezes, sem sair do lugar.

Até em função disso, há um forte respeito por outra concorrente, da mesma Globo, "Lado a Lado", escrita por João Ximenes Braga e Cláudia Lage, que apresentou mais originalidade, ao tratar da emancipação feminina e do racismo no início do século XX. As duas brasileiras vão disputar com produções do Canadá e Angola. O resultado será conhecido em cerimônia no dia 25 de novembro, em Nova York.

'Lado a lado' é indicada ao Emmy Internacional



A Globo recebeu cinco indicações ao 41º Emmy Internacional. O anúncio dos finalistas foi feito nesta segunda-feria (7) durante a MIPCOM – feira dedicada ao mercado televisivo que ocorre anualmente em Cannes, na França.

A emissora concorre com duas produções na categoria de melhor novela: "Avenida Brasil", de João Emanuel Carneiro, que já foi vendida para mais de cem países, e "Lado a lado", que chega ao mercado internacional em 2014. Fernanda Montenegro é finalista na categoria de melhor atriz por seu papel no especial "Doce de mãe". A série "Como aproveitar o fim do mundo" concorre ao prêmio de melhor comédia; e "O brado retumbante" disputa melhor série dramática.

O Brasil também concorre a melhor atuação masculina pelo trabalho de Marcos Palmeira em "Mandrake", da HBO e Goritzia Filmes. Segundo a agência EFE, no total, 19 países foram indicados ao Emmy, entre eles Reino Unido, Canadá, África do Sul, Angola, China e Filipinas. Os vencedores serão conhecidos em uma cerimônia de gala, que será realizada no dia 25 de novembro, em Nova York.

FONTE: Marjorie News

sábado, 12 de outubro de 2013

Maria Padilha em lançamento de livro.


Renata Sorrah e Maria Padilha (Foto: Alex Palarea/AgNews)

Patricia Pillar esteve, na noite de quarta-feira (9), no lançamento do livro Cartas de Marear - Impressões de Viagem, Caminhos de Criação, do cenógrafo Hélio Eichbauer. O evento, que aconteceu na Livraria Travessa, no Shopping Leblon, Rio de Janeiro, contou com a presença de outros famosos.
Além da atriz, longe das telinhas desde o fim de Lado a Lado, em que viveu a vilã Constância, estiveram por lá o músico Caetano Veloso e as atrizes Renata Sorrah Maria Padilha. Porém, quem chamou a atenção, mesmo foi Pillar, que escolheu uma blusa preta transparente que deixou em evidência seu sutiã de mesma cor. Simpática, ela ainda trocou algumas palavras com o autor, que distribuiu autógrafos no local.

19h 'Um caso de polícia? Ou a infeliz história de um amor impossível?' (1978), de Luiz Velho e Carlos Azambuja

Esta sexta-feira, a Lapa não terá atração especial apenas no mundo da música, com o show da banda francesa Nouvelle Vague, no Circo Voador. Bem em frente aos Arcos, um dos principais endereços do design brasileiro, a Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), ligada à Uerj, estará movimentado pelo evento form.Esdi, que lança um catálogo com projetos de formatura dos últimos cinco anos.
Com entrada franca, o encontro terá também uma exposição dos trabalhos de conclusão de 2009. Quem chegar às 19h, vai conferir a projeção do curta "Um caso de polícia? Ou a infeliz história de um amor impossível?" (1978), de Luiz Velho e Carlos Azambuja, com Maria Padilha (então aluna da Esdi) como protagonista. Em seguida, às 19h30, está programada uma mesa redonda com cinco ex-alunos de diferentes gerações da escola para uma conversa sobre a experiência na Esdi.
Também por lá não vai faltar música, nem cerveja. A partir das 21h30, rola show do grupo Acuri, quinteto de música instrumental brasileira. A festa continua com o DJ Angelo Bottino (black e eletrônica). Os vídeos de divulgação do evento estão aqui e aqui.
Cena do curta "Um caso de polícia? Ou a infeliz história de um amor impossível"

Maria Padilha evita falar sobre adoção do pequeno Manoel

Maria Padilha prestigiou a pré-estreia do espetáculo “Cazuza, Pro Dia Nascer Feliz – O Musical”, nesta segunda-feira (7), em um teatro de Copacabana, na Zona Sul do Rio. A atriz, que está em processo oficial de adoção do pequeno Manoel, de um ano e meio, preferiu não comentar o assunto.
“Prefiro não falar nada agora pois só tenho a guarda provisória. Vou esperar tudo se acertar para contar detalhes”, explicou Padilha antes de assistir  à peça. “O Cazuza não está mais vivo mas foi um grande amigo que levo no coração. Vim prestigiar esse momento e relembrar do passado”, disse a atriz.
Caetano Veloso, Tiago Abravanel, Zezé Polessa, Giselle Itié e outros famosos também assistiram ao musical que traz o ator Emílio Dantas na pele de Cazuza.

Adoção de criança por Maria Padilha deve ser oficializada em breve

Atriz já mora há cerca de um ano e meio com Manoel e está prestes a conseguir sua guarda definitiva.


Maria Padilha está formalizando o processo oficial de adoção do menino Manoel, de 1 ano e meio. A atriz, por enquanto, tem a guarda provisória da criança, que é renovada de seis em seis meses até a finalização do processo. Manoel mora com a atriz desde bebê e já é a terceira vez que a guarda provisória é renovada. A previsão é que ela tenha a guarda definitiva da criança em cerca de três ou quatro meses.

sábado, 28 de setembro de 2013

Gilberto Braga diz que 'Água Viva' foi a 1ª novela com granfinos de verdade

O "Reviva" da próxima segunda, dia 30, traz entrevistas com o elenco principal de "Água Viva", que estreia no dia da exibição do programa. A novela mostra as belezas do ensolarado Rio de Janeiro e retrata o glamour e o estilo de vida da sociedade carioca de forma realista, como lembra o autor, Gilberto Braga. "'Água Viva' deve ser a primeira novela na qual aparecem granfinos de verdade mesmo. E até hoje eu sou bem marcado por isso. O espectador sabe: vai vir uma novela do Gilberto Braga? Ah, que bom, vai ter glamour!", diz.
A inspiração do autor para escrever a trama surgiu durante a experiência que viveu em "Dancin' Days" (1978). "Comecei a ganhar melhor com a repercussão da trama e fui chamado mais vezes para frequentar a chamada ‘sociedade carioca’. Eu estava vendo como aquela gente vivia e se comportava e comecei a escrever sobre eles", lembra.
Reginaldo Faria, Betty Faria, Isabela Garcia, Maria Padilha, o novelista Manoel Carlos, na época colaborador da produção, e o crítico de televisão Nilson Xavier falam ao "Reviva" sobre a importância da novela para suas vidas e para toda uma geração. A trama é centrada nos irmãos Fragonard. Nelson, vivido por Reginaldo Faria, é um bon vivant campeão de pesca, que, sem grandes recursos financeiros, vive de aparências. Sua vida é bem diferente da do irmão, Miguel (Raul Cortez), um bem-sucedido cirurgião plástico. "Ele tinha certa revolta em relação a isso, uma certa mágoa ou um ressentimento em relação ao outro", explica Reginaldo sobre o seu personagem.
A rivalidade entre os dois ganha ainda mais força quando Lígia, interpretada por Betty Faria, se envolve com eles. Com dois casamentos anteriores frustrados, ela procura um amor, mas que lhe traga também ascensão social. Ligia se encanta por Nelson, sem saber que ele não tem dinheiro. Miguel, por sua vez, também se apaixona por ela, formando um triângulo amoroso. "Ela não tinha cabeça de dondoca porque ela foi trabalhar, foi ganhar o dela. Então, eu não me lembro da Lígia como uma mulher ambiciosa no mau sentido. Ela podia ter ambição de dar certo na vida, isso sim. Mas não se encostando em alguém. Nisso, eu acho que ela era bastante ética", defende Betty Faria.
O crítico de televisão Nilson Xavier acredita que o título da novela seja uma referência à personagem explosiva de Betty Faria. "A Lígia era uma mulher sensual, quente e que queimava todo mundo que se aproximava dela. Era uma personagem muito forte, de ideias muito fortes, ambiciosa, mas muito segura de si."
Isabela Garcia tinha apenas 12 anos quando interpretou a pequena Maria Helena. Hoje, com 40 anos de carreira, ela se lembra do papel. "Eu era uma criança que vivia em um orfanato. Depois, tentavam adotar essa criança, só que ela descobria que tinha uma família de verdade, tinha um pai. E era uma pessoa com quem ela já convivia", recorda a atriz em referência a Nelson, seu pai biológico na novela.
Além da questão da adoção, "Água Viva" aborda outro tema bem polêmico para o início dos anos 1980: o topless. Maria Padilha, estreante na telinha na época, interpreta a jovem Beth e protagonizou uma das cenas mais emblemáticas da TV ao lado de Tônia Carreira, que vivia a ricaça Stella Simpson. Ambas tiram a parte de cima do biquíni e causam alvoroço na praia da zona sul carioca. "Era uma garota do posto nove [ponto de encontro jovem na praia de Ipanema, no Rio], desencanada, uma representação do que o Gilberto achava que era a juventude na época. Virou uma bandeira."
Manoel Carlos foi chamado para auxiliar Gilberto Braga a escrever a novela. "Eu me senti muito honrado em ser chamado por ele. Era uma colaboração absolutamente encomendada pelo autor. Nós fazíamos uma reunião toda semana e conversávamos sobre a novela. Eu ia pra casa, escrevia e mandava para ele. A novela era dele! Eu era um mero colaborador, muito feliz e muito atento."
FONTE: BemParaná.Com.Br

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