Mostrando postagens com marcador Playboy. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Playboy. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de setembro de 2012

sábado, 15 de setembro de 2012

Mais Fotos de Maria Padilha na Playboy


   
  
Sua edição da Playboy é luxo dos luxos! Março de 1994, quando Nelson Rodrigues estava super na moda.
Reza a lenda que a atriz queria montar uma peça do Pierrot do Meyer, mas não tinha a bufunfa para produzir. Assim, aceitou ficar pelada por uma causa justíssima!

Para o grande público, pelo que dá pra sacar na apresentação, ela era a requintada Karen, da novela O Dono do Mundo de Gilberto Braga. Nas fotos, encarnou 6 arquétipos femininos de Nelson.
  

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Playboy

Playboy

Atendendo a pedidos, e aproveitando o ano dos 35 anos de PLAYBOY Brasil, vamos relembrar algumas grandes estrelas que passaram por PLAYBOY. E hoje vamos relembrar a trajetória de Maria Padilha em março de 94 quando foi capa de PLAYBOY. 

Maria Padilha sempre foi uma atriz discreta, com personagens que nunca tiveram seu lado sex symbol explorando, mas sempre teve seus encantos. Nascida no Rio de Janeiro em maio de 1959 (pois é, ela é Cinquentinha de verdade!), atuou em diversos filmes, novelas e peças de teatro. Se destacando na Globo em novelas como Mico Preto (90), O Dono do Mundo (91), Anjo Mau (97) e mais recentemente na minissérie Cinquentinha (diga-se de passagem, um colírio dentre aquelas Cinquentinhas). Sempre muito alva, fina e com cara de boneca. O que leva muita gente a compara-la à atriz americana Renné Russo.
Mas foi em PLAYBOY que Maria Padilha fez sua grande estréia como atriz. Afinal ela interpretou 6 mulheres diferentes. Todas personagens de Nelson Rodrigues, tema do ensaio fotografado por Márcia Ramalho com texto de Ruy Castro. O texto de abertura falava: "A requintada Karen, da novela O Dono do Mundo, veste, ou despe, as fantasias femininas do genial escritor brasileiro." Tivemos a presença da "suburbana pudica", a "prostituta vocacional", a "debutante colegial", a "grã-fina no vestiário", a "viúva tentadora" e aquela que ama os gordos.
O texto ainda dizia: "A deslumbrante Maria Padilha também se rendeu ao fascínio do escritor e dramaturgo que tantos estão descobrindo. Em fevereiro, ela estreou no Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro, a sua versão de A Falecida, com direção de Gabriel Villela. Sua personagem - Zulmira, a suburbana que sonha com um enterro de luxo e trai o marido com um vigarista rico - é uma espécie de síntese de todas as grandes personagens femininas de Nelson Rodrigues: ela é...
...Trágica, engraçada - e sensual

domingo, 2 de setembro de 2012

Playboy (1994)


Maria Padilha é uma espécie de Paulo César Pereio de saias. De boca mais limpa, claro!

Desde a miss mijona de Das Tripas Coração (1982 de Ana Carolina), criou para si um único personagem, que, como a gente identifica logo, acha simpática de cara. Junte isso ao espírito de um escritor querido, e voilá! 

Sua edição da Playboy é luxo dos luxos! Março de 1994, quando Nelson Rodrigues estava super na moda.

Reza a lenda que a atriz queria montar uma peça do Pierrot do Meyer, mas não tinha a bufunfa para produzir. Assim, aceitou ficar pelada por uma causa justíssima!

Para o grande público, pelo que dá pra sacar na apresentação, ela era a requintada Karen, da novela O Dono do Mundo de Gilberto Braga. Nas fotos, encarnou 6 arquétipos femininos de Nelson.
Todos pontuados com texto (e as bençãos) de Ruy Castro. Escapando do óbvio, que seria Padilha na pele das personagens, temos a suburbana pudica, a prostituta vocacional, a debutante angelical, a grã-fina no vestiário, a viúva tentadora, e até o apreço do autor pelos gordos, afinal, dizia que “todo canalha é magro”.

Como pornografia, ou, sendo mais claro, material para fantasias solitárias, as fotos são fraquíssimas. Nada de arreganhamento ginecológico, nada de caras e bocas de quem está fingindo ter orgasmo na frente do fotógrafo!

As fotos não ultrapassaram a tal linha da arte para a sacanagem. Deve ter frustrado (broxado?) meio mundo, é verdade!

Só que é raro essa revista promover ensaio com conceito relevante, que não seja mera desculpa para exibir os pelos pubianos de alguma celebridade. Mais do que motivo para ser minha edição preferida!