Memorial atriz Maria Padilha - 5 anos

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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

“Não me levo a sério”



POR PEDRO MORAES
Marcelo Corrêa
Maria Padilha é boa de assunto, de risos e de gestos. Mas é só entrar na mira da máquina fotográfica que surge outra mulher, mais contida. Assumidamente reservada, ela parece ser o oposto da ex-camponesa deslumbrada Rosália, que interpreta em A Escola do Escândalo, peça dirigida por Miguel Falabella em cartaz no Rio, cuja história gira em torno de uma série de intrigas e critica o interesse sobre a vida alheia. “Sou péssima fofoqueira”, diz a atriz, de 51 anos. Em um bate-papo em seu confortável apartamento na Lagoa, no Rio, ela revela que leva a vida com bom humor, mesmo nas horas mais difíceis, como a morte da mãe, quando ela tinha 10 anos, e a do pai e a da irmã, em 2005, em um intervalo de quatro meses. “É uma estratégia de sobrevivência”, afirma ela, que foge do papel de vítima. “Prefiro rir de mim mesma. Eu me acho ridícula, não me levo muito a sério.” 

Sem fazer uma novela inteira desde 2003, quando atuou em Mulheres Apaixonadas, Maria fez uma participação especial em dois capítulos de Insensato Coração como Marlene, uma das namoradas do conquistador Teodoro, papel deTarcísio Meira. O sumiço da TV tem a ver com um desejo antigo: ter um filho. “Estou tentando adotar uma criança. Não posso fazer uma novela, chegar um bebê e eu não saber o que fazer. Estou há dois anos numa fila”, afirma. A atriz já foi casada com o diretor Paulo Reis, com o poeta Geraldo Carneiro e com o ator inglês Adam Kotz, mas, no papel, só com o iluminador Orlando Schaider, 37 anos, seu marido há dois anos. A seguir, ela fala sobre trabalho, vaidade e conta como está se preparando para ser mãe: “Espaço na casa eu tenho bastante. No coração, sempre tive”. 

QUEM: Por que passou a fazer menos novelas?
MARIA PADILHA:
 Tive convites maravilhosos, mas ou tinha um projeto de teatro ou coincidia com um filme. Também estou tentando adotar uma criança. Não posso fazer uma novela, chegar um bebê e eu não saber o que fazer. Estou há dois anos numa fila. Achei que você conseguia o certificado e pronto. Então, algumas novelas deixei de aceitar porque tinha acabado de conseguir o certificado. Quero uma criança que tenha até 4 anos. Isso é difícil à beça no Brasil. É uma burocracia nojenta. 

"No colégio, o professor falava: ‘sua caderneta não está assinada’. Eu respondia: ‘meu pai viajou’. Ele perguntava: ‘ e sua mãe?’. E eu dizia que ela morreu. Sabia que ia causar constrangimento e seria liberada."

QUEM: Não quis engravidar? 
MP: Foi uma opção durante algum tempo. Depois, acho que já não tinha um casamento firme para ter um filho. Nunca quis produção independente. Talvez idealizasse uma situação, exatamente por ter perdido a mãe cedo. Pensei que tinha que ser mãe, pai e filho. Pensei demais, calculei demais e deixei passar. 

QUEM: Como se prepara para ser mãe?
MP:
 Espaço na casa eu tenho bastante. No coração, sempre tive. 

QUEM: Sente-se grávida?
MP:
 É como se fosse uma gravidez, mas longa. Pensei que seria mais curta (risos). Eu fico toda hora pensando e preparando. Imaginando se a escada da casa não vai ser perigosa... Mas a justiça brasileira é preguiçosa. Não sonhei com nada porque estou muito aberta para o que vier. Escolhi que (a criança) tenha até 4 anos para eu poder influenciar e ajudar a formar sua personalidade. 

QUEM: Querer ter um filho tem a ver com carência?
MP:
 Acho que tem vários tipos de amor. Tem um amor que é de criar. Você não vai conseguir colocar numa peça, numa casa, no marido. E um tipo de amor para filho, mesmo. 

QUEM: Durante a sessão de fotos para esta entrevista você ficou tímida...
MP:
 É que estou sem personagem. Com personagem sou uma macaca, mas sou tímida. Antigamente eu era uma ostra. Hoje, entre amigos íntimos, posso até ser engraçada, histriônica. Mas tenho muito senso de humor, o que é fundamental. 

QUEM: O senso de humor a ajudou?
MP:
 É uma estratégia de sobrevivência e funcionou desde cedo sem eu saber. Tive uma perda muito grande: minha mãe, que morreu quando eu tinha 10 anos. Lembro que, no colégio, o professor falava: “Sua caderneta não está assinada”. Eu respondia: “Meu pai viajou”. Ele perguntava: “E sua mãe?”. E eu dizia que ela morreu. Sabia que ia causar constrangimento e seria liberada. Não gosto do lugar da vítima. Prefiro rir de mim mesma. Eu me acho ridícula, não me levo muito a sério. 

QUEM: Quando se sente ridícula?
MP:
 O ator, em geral, é meio ridículo. Essa coisa do ego, do autocentramento. Somos fugazes. Isso angustia muito e nos torna ridículos. 

QUEM: Uma atriz que se comporta como diva é ridícula?
MP:
 Todas temos momentos de divas ridículas, mas acho que esse papel não rende. O que é uma diva? Aquela que entra no camarim, dá piti e rasga o figurino. Aqui, se rasgar o figurino, não há dinheiro para outro. Aqui, só dá para ser uma diva-fubá (risos). 

QUEM: Em 2005, você perdeu seu pai e sua irmã num intervalo de quatro meses. Conseguiu superar essa dor?
MP:
 É uma cicatriz que vai estar sempre lá. O ser humano é capaz de sobreviver a coisas incríveis. Mais cedo ou mais tarde, passa. 

QUEM: Você demonstra não ter dificuldade para solucionar seus problemas.
MP:
 Faço análise há muito tempo, até por curiosidade. Assim como investigo um personagem, também é interessante investigar a personagem Maria. 

QUEM: Em sua primeira novela, Água Viva (1980), você foi expulsa da praia por curiosos porque gravaria uma cena de topless. O Brasil está menos careta?
MP:
 Não mudou e está mais. O mundo entrou nesse lance de politicamente correto, que é muito careta. As pessoas achavam que era proteção, que não haveria mais discriminação racial, mas na prática não é assim. O brasileiro é muito estranho, pode ir com um fiozinho no peito e na bunda que está vestido. Mas, sem nada, não pode. 

"O ator, em geral, é meio ridículo. Essa coisa do ego, do autocentramento. Somos fugazes. Isso angustia muito e nos torna ridículos."

QUEM: A sociedade ficou mais chata?
MP:
 Ficou muito mais, mas vai mudar. Os mais jovens não têm paciência com o politicamente correto. Acho o politicamente correto uma burrice. Uma novela como Vale Tudo tem outro sabor, excelência no texto. Parece que a novela era levada mais a sério, até porque o autor estava mais livre para falar o que quisesse. Hoje, existe uma censura velada. Da sociedade mesmo. 

QUEM: Para realizar o sonho de montar A Falecida, de Nelson Rodrigues, você posou nua para a Playboy, em 1994. Arrependeu-se?
MP:
 Não, as fotos são bonitas. Ia ter patrocínio e não rolou. Estava obcecada, já tinha virado a Zulmira (personagem da peça). Hoje, olhando para trás, acho que estava meio louca (risos). 

QUEM: A peça A Escola do Escândalo trata da exposição da vida particular. O que acha do interesse pela intimidade dos artistas?
MP:
 Não gosto de fofoca e sou péssima fofoqueira. Às vezes, até quero contar uma história, mas sou muito imprecisa. Tenho preguiça. Aí, resumo e perde a graça. 

QUEM: O que você faz para se proteger da exposição? 
MP: Faço tudo que posso para me proteger, mas não me privo de nada. Vou ao restaurante que quero, mas sei que talvez vá aparecer numa foto. 

QUEM: Você se prepara para não sair mal na foto?
MP:
 Gosto de andar de qualquer jeito, mas, em alguns lugares, como em estreias, não dá. Sei que vou enfrentar um batalhão de fotógrafos. Mas não vou ser hipócrita, claro que faço uma maquiagem melhor e escolho um vestidinho. Por causa dessa produção e porque acho que não é o melhor dia de ver um espetáculo, é raro eu ir. Só vou se algum amigo pede muito. 

QUEM: É vaidosa?
MP:
 Chegava a ser desleixada. Não tinha saco, nem o mínimo cuidado, mas mudei. Minha vaidade é bem administrada. Faço ginástica e tenho uma alimentação bem legal. 

QUEM: Já fez plástica?
MP: 
Fiz cirurgia de desvio de septo e mexi na ponta do nariz. A minha vaidade é muito voltada para minha profissão, começou depois que comecei a fazer novela. Mas me arrependi um pouco. Depois que mexeu na cartilagem, o nariz ficou um pouco dolorido e hoje parece que voltou a ser como era antes.
FONTE:QUEM

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sábado, 20 de outubro de 2012

Mais Fotos da Maria Padilha no espetáculo " A Escola do Escândalo"


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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Fotos de MARIA PADILHA na Peça " A Escola do Escândalo "


































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Peça, "A Escola do Escândalo"

"A Escola do Escândalo". Texto de Richard Sheridan. Direção de Miguel Falabella. Elenco: Tonico Pereira, Maria Padilha, Bruno Garcia, Rita Elmôr, Armando Babaioff. Bianca Comparato, Marcello Escorel, Jacqueline Laurence, Cristina Mutarelli e Nilton Bicudo. Teatro Raul Cortez, São Paulo/ 2011.
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sábado, 13 de outubro de 2012

‘A Escola do Escândalo’ estreia com Ney Latorraca e Maria Padilha no Espaço Tom Jobim



Rio - Um cenário primoroso, um figurino rico em detalhes, um elenco capitaneado por Ney Latorraca, texto adaptado e dirigido por Miguel Falabella. Estes são apenas alguns dos elementos de ‘A Escola do Escândalo’, que estreia hoje. 

Com um diálogo rápido, a peça é uma comédia de intrigas ambientada nos salões da corte e da alta burguesia londrina do fim do século 18. “Tem que ter preparo físico. Se eu não tivesse parado de fumar e não me exercitasse, não conseguiria fazer”, confessa Ney, afastado há sete anos do palco, que dá vida ao comendador Pedro Atiça.
O texto original, do irlandês Richard Brinsley Cheridan, foi lido por Falabella ainda na época da faculdade de Letras, na UFRJ. “Fiquei com a peça, de cinco atos e 26 personagens, escrita em inglês arcaico, no arquivo de memórias. Sempre a achei inteligente, bem armada. Mas, na medida em que comecei a fazer a tradução, fui cortando. Não tinha como”, conta.

Falabella foi mostrando, aos poucos, o resultado para os amigos, incluindo Maria Padilha — que, além de coproduzir ‘A Escola do Escândalo’ com Ney, faz o papel da mulher de seu personagem, Rosália, uma emergente deslumbrada. “Trabalhar com Ney no teatro é bem diferente do que na televisão (eles atuaram juntos em ‘O Cravo e a Rosa’), a gente está se encaixando”, avisa Maria. 

No elenco estão, ainda, Jaqueline Laurence, Rita Elmôr, Bruno Garcia, Bianca Comparato, Armando Babaioff, Guida Vianna e Chico Tenreiro. 

FONTE: O Dia

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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Sequência de " A Escola do Escândalo "






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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

CENAS

A ESCOLA DO ESCÂNDALO

Veja cenas do espetáculo dirigido por Miguel Falabella

A Escola do Escândalo

Assista ao VÍDEO Abaixo:






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domingo, 30 de setembro de 2012

Maria Padilha e todo elenco da " Escola do Escândalo " recebe os aplausos do público

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A ESCOLA DO ESCÂNDALO



A ESCOLA DO ESCÂNDALO

Em cartaz no Teatro Raul Cortez


MARIA PADILHA, TONICO PEREIRA, BRUNO GARCIA, CRISTINA MUTARELLI, RITA ELMÔR, MARCELO ESCOREL, CHICO TENREIRO, BIANCA COMPARATO e ARMANDO BABAIOFF
Atriz convidada JACQUELINE LAURENCE

Falar mal da vida alheia, incitar boatos e tramar contra a reputação do próximo são alguns dos esportes prediletos do homem desde que o mundo é mundo. Na crítica inteligente, mordaz e pra lá de divertida a essa prática tão comezinha quanto perversa reside talvez uma das chaves do sucesso e da longevidade de A Escola do Escândalo (School for Scandal), do irlandês Richard Brindley Sheridan (1751-1815). Tida como uma das melhores comédias de intrigas da língua inglesa, a trama ambientada nos salões da corte e da alta burguesia londrinos do final do século XVIII, vem fazendo o deleite de plateias do mundo inteiro desde que estreou pela primeira vez. Isso foi em maio de 1777 no Teatro Drury Lane, em Londres, com direção do próprio autor.

Por um daqueles inexplicáveis descuidos, a peça permanecia inédita no Brasil.
Esse ano, o jejum de quase dois séculos e meio, foi quebrado em grande estilo.
Com adaptação e direção de Miguel Falabella e ótimo elenco de comediantes, o espetáculo fez grande sucesso em sua temporada carioca e agora chega aos palcos do Teatro Raul Cortez.

Inspirada nas comédias de costumes da fase áurea do teatro inglês da Restauração (1660-1715), A Escola do Escândalo (1777) retrata com maestria a frivolidade e a hipocrisia de uma sociedade regida menos por princípios morais que pelo jogo de interesses e aparências. Um jogo onde calúnias e intrigas sussurradas entre dentes nos salões explodiam, com rapidez e frequência admiráveis, nas manchetes dos panfletos sensacionalistas da corte, sempre ávidos por escândalos. Não é preciso falar da atualidade do texto de Sheridan num tempo em que, com o fenômeno da internet, a cultura da fofoca ganhou velocidade instantânea e dimensões planetárias.

Sinopse – Casado há apenas sete meses, o rabugento comendador Pedro Atiça (Tonico Pereira) vive às turras com a mulher Rosália (Maria Padilha), que, habituada a pacatez do dia a dia no campo, agora se deslumbra com as delícias da vida fútil na alta sociedade.
Guardião legal da sobrinha, a boa e casta Maria (Bianca Comparato), ele se vê enredado em uma trama rocambolesca envolvendo a disputa pela mão da menina. Movidos por interesses escusos, José Fachada (Bruno Garcia) e Dona Benferina (Rita Elmôr) fazem de tudo para arruinar de vez com a reputação daquele por quem cala o coração de Maria – o irmão de José, Carlos Fachada (Armando Babaioff). E para isso contam com a ajuda da pena ferina de Benjamin Mordessopra (MARCELO ESCOREL) e da língua ágil de Dona Cândida (Jacqueline Laurence).
Mas os planos da dupla sofrem uma reviravolta quando Dona Olívia (Cristina Mutarelli), a generosa tia dos irmãos Fachada, retorna de um longo período na Índia e, alertada por Barata (Chico Tenreiro), toma pé das tramoias do sobrinho.

A adaptação de Miguel Falabella condensa em três os cinco atos do original de Sheridan e compila em dez os vinte e poucos personagens que a povoam. E procura imprimir na cena a fluidez da pena do cultuado autor irlandês. A dinâmica de ocupação do espaço obedece a um fluxo contínuo de entradas e saídas e a uma partitura de gestos e movimentos deliciosamente desenhada por Marcia Rubin. Com o auxílio luxuoso de três discos giratórios de 2,5m de diâmetro sobre o palco, três espelhos de 3m de altura por 1,2m de largura flagram em diversos ângulos a galeria de tipos, quase sempre viperinos e de caráter duvidoso, que dá vida à trama, ao mesmo tempo em que transportam a plateia para dentro da cena, transformando-a em cúmplice silenciosa da rede de intrigas que vai sendo armada sob seus olhos.

A cenografia de Lia Renha envolve a caixa preta em uma moldura dourada, plotada com adornos de estilo rococó, com cortina de boca vinho, remetendo à estética dos teatrinhos de bonecos que se popularizaram na França e na Inglaterra daqueles idos. Pontuais, as referências geográficas e de época estão presentes também no mobiliário cênico de poucas peças – réplicas do século XVIII – e na releitura dos tradicionais papéis de parede de motivos florais ingleses, estampada em duas telas de fundo.
Com base em uma pesquisa alentada que vai da produção pictórica e dos croquis de moda ingleses e franceses do século XVIII à cinematografia moderna, a figurinista Emília Duncan coloca a história da moda a serviço da história de Sheridan e da encenação de Falabella, transitando com liberdade, e de acordo com a conveniência de cada personagem, entre o exagero do rococó francês e o requinte do inglês, numa bricolagem bem-humorada que não descarta pitadas de referência a ícones do atual cenário fashion britânico, como Vivienne Westwood e Alexander McQueen. O visagismo de Rose Verçosa opera na mesma sintonia. Com um pé na Europa do final dos anos 1700 e outro no século XXI, a maquiagem e as perucas, de formas e tamanhos variados, esbanjam teatralidade e adicionam à cena um toque de estranheza.

Orlando Schaider trabalha com 180 refletores e 68 canais de rack para criar um desenho de luz que dialoga intensamente com o cenário, e, com cores de correção, luz de ribalta, contraluz e paredes de luz promove recortes nítidos na cena, que contribuem para provocar no espectador a ilusão de estar diante de quadros vivos de época.
“Este é exatamente o antídoto de classe que precisamos neste mundo enlouquecido de celebridades no qual a invasão de privacidade está totalmente fora de controle e a arte da maledicência é exercida de forma grosseira.”

Postado por Memorial Maria Padilha às 14:32 Nenhum comentário:
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A Escola do Escândalo Projeto gráfico para Teatro.


  •  Projeto gráfico para peça de Miguel Falabella



Postado por Memorial Maria Padilha às 12:01 Nenhum comentário:
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Box Teatro em DVD - Um Espetáculo em casa

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No box especial “Teatro Edição para Colecionador- 1”, a Cennarium traz 3 espetáculos teatrais em formato DVD para que você assita uma peça de teatro no conforto de sua casa. Nessa edição, temos a comédia “A Escola do Escândalo”, o drama “Espectros” e o infantil “O Mistério no Expresso Oriente”.
Bom espetáculo!
Em A Escola do Escândalo, Miguel Falabella assina a tradução, adaptação e direção da peça que foi escrita pelo irlandês Richard Brinsley em 1777. Intrigas, fofocas, falsidade e decadência, tudo em meio ao luxo e à riqueza da corte inglesa são os ingredientes dessa áspera comédia. A peça é na verdade uma inteligente e divertida crítica aos costumes e continua atual mesmo tendo sido escrita há mais de 200 anos. O espetáculo traz a história do rabugento comendador Pedro Atiça casado há apenas 7 meses com Rosália, ex-camponesa que se deslumbra com os luxos e as frivolidades da alta sociedade. Com a chegada do sedutor José Fachada, o casal passa por uma crise matrimonial. Mas, ao mesmo tempo em que José quer atrair Rosália, o conquistador mostra interesse na sobrinha de Atiça, a pura e casta Maria. Os planos de José, entretanto, sofrem uma reviravolta com a chegada da generosa tia dos Fachada, Dona Olívia, que é alertada por Barata das falcatruas do sobrinho ardiloso.

Postado por Memorial Maria Padilha às 09:40 Nenhum comentário:
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sábado, 29 de setembro de 2012

As poodles coloridas que divulgam “A Escola do Escândalo”


Apesar de não fazerem parte do elenco, duas cadelinhas têm chamado a atenção nas fotos de divulgação e do programa da peça A Escola do Escândalo, que está em cartaz no Teatro Raul Cortez. Pintadas de rosa e azul, as poodles Tati, de 8 anos, e Mel, de 6, foram alugadas especialmente para as fotos da peça – feitas para a temporada carioca do espetáculo e reutilizadas agora em São Paulo.


A ideia foi de Gringo Cardia, programador visual da produção. Quem providenciou as estrelas coloridas de quatro patas foi Flávia Schelder, proprietária da Produtora Pet Arte – Animais Atores. Ela disponibiliza animais para filmes, novelas, comerciais, programas de televisão e ensaios fotográficos. Mora em uma casa com 2.100 m² de terreno no bairro de Vargem Grande, no Rio de Janeiro, na companhia de 28 cachorros, 12 gatos, 40 ratos, uma arara canindé, uma jandaia, um coelho e uma égua. Lá também funciona um hotel para animais. O Blog do Curiocidade conversou com Flávia por telefone para saber como foi a preparação de Mel e Tati para o trabalho.


As cachorras já eram coloridas ou foram pintadas para a peça?
Foram pintadas especialmente para esse trabalho. A gente pode pintar qualquer animal branco com tintura especial para animais, mas não é tão simples. Em algumas pelagens, a cor pega muito bem. Em outras, nem tanto. Além disso, é difícil encontrar um poodle branco com pelo grande, com corte de madame no Rio de Janeiro, onde faz muito calor.

A tinta demora muito para sair?
Depois do segundo banho, já não tem mais nada.

Quanto tempo demorou o ensaio?
Foram duas,  três horas. A gente procura animais que curtam o trabalho. Eles têm que se divertir, não se estressar.

Foi a primeira vez que a Mel foi pintada de azul?
Não. Ela já apareceu com essa cor na série Batendo Ponto, da Globo. Também já fez um trabalho de rosa, no programa Zorra Total.

Ela é sua?
Sim, mora comigo. Ela foi encontrada na rua pelo vizinho de uma amiga, que me deu de presente. Mas a cachorra estava cheia de sarnas e infecções. Ela era muito agressiva por causa do trauma de ter sido maltratada. Demorei dois anos para recuperar a pelagem dela e mudar o temperamento. Hoje ela é muito meiga, carinhosa e brincalhona.
Como você encontrou a segunda cachorra para as fotos?
A Tati é de uma cliente de hospedagem. Quando a dona viaja, ela fica comigo. A Tati nunca tinha feito nenhum trabalho parecido, mas a dona aceitou quando fiz o convite. Ela ficou no colo da Maria Padilha o tempo todo, superquietinha. A Mel é mais agitada, deu trabalho.

Postado por Memorial Maria Padilha às 06:59 Nenhum comentário:
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Maria Padilha & Ney Latorraca ensaiam a peça 'A Escola do Escândalo'

Nova superprodução de Miguel Falabella estreia nesta terça-feira no Rio



Confira os Bastidores da peça:


Postado por Memorial Maria Padilha às 21:09 Nenhum comentário:
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Maria Padilha estreia peça 'A Escola do Escândalo'

A atriz tem mais de 30 anos de carreira e lembrou do período da ditadura no Brasil.




A atriz Maria Padilha está em clima de estreia. O nome da peça é “A Escola do Escândalo” e fala de boataria, maledicência. A atriz tem mais de 30 anos de sucesso na TV, no teatro e no cinema e lembrou do período de ditadura, quando precisava fazer um ensaio para a censura, antes de a peça ir ao ar. Ela contou que a peça que está estreando faz crítica inclusive à censura.

Assista o Vídeo Abaixo


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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Falabella faz Maria Padilha virar burra e fútil em Peça

Atriz estreia, em São Paulo, peça sobre o mundo da fofoca e vida alheia

Miguel Falabella
Falar mal da vida alheia e fazer fofoca são práticas que acontecem diariamente em nossa sociedade, independentemente da classe social e da faixa etária. Esse “mau costume” não é recente, e já é tema de comédia desde o século XVIII, quando a peça A Escola do Escândalo estreou na Londres.

Miguel Falabella reconstruiu esta história, que já foi sucesso no Rio de Janeiro, e agora chega a São Paulo, com um elenco recheado de estrelas da TV, como Maria Padilha, Tonico Pereira, Bruno Garcia, Jacqueline Laurence e Rita Elmôr.

O diretor, que também será o autor da próxima novela da 19h da Globo, Aquele Beijo, falou sobre a dificuldade de montar uma comédia para o teatro.

- O teatro tem que ser mais interessante do que a nossa casa, já que a cada dia ela está mais atraente com a tecnologia dos computadores e das televisões. Quando Richard Brinsley Sheridan (autor da peça) escreveu A Escola do Escandalo, há mais de 200 anos, seu desafio não era diferente: ele tinha que competir com os jogos, as putas e os loucos, que eram as atrações da época.

Quando o assunto é piada, Falabella diz ter sua fórmula de sucesso.
- Para fazer um bom humor, a pessoa deve saber rir de si mesmo. Eu sou o primeiro a fazer isso, sempre rio dos meus “pitis”. Quem faz comédia está sempre na corda bamba. O comediante é muito ansioso, pois tem que transparecer que está solto, tranquilo, mas no fundo, está na rédea curta.
Maria Padilha, que recentemente fez uma participação em Insensato Coração (Globo), como a mau-caráter Marlene, vive a protagonista Rosália, uma mulher do campo, caipira, que, ao se casar com o rabugento e rico comendador Pedro Atiça (Tônico Pereira), se deslumbra com a vida fútil da alta sociedade e tenta, de qualquer maneira, se tornar uma mulher sofisticada e invejada.

Miguel Falabella/julia chequer






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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Peça " A Escola do Escândalo "

Claudia Ribeiro/Divulgação
Maria Padilha em cena do espetáculo "Escola do Escândalo", texto do irlandês Richard Brindley Sheridan com direção de Miguel Falabella
Maria Padilha em "Escola do Escândalo", texto de Richard Brindley Sheridan com direção de Miguel Falabella




              



rioecultura : A escola do escândalo : Coluna TEATRO



   
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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Teatro – A escola do escândalo

Gargalhadas e Muito Bafafá! 71% de desconto para Assistir à Comédia <i>A Escola do Escândalo</i> no Teatro Tom Jobim (de R$80 por R$23)
Sinopse: Casado há apenas sete meses, o rabugento comendador Pedro Atiça (Tonico Pereira) vive às turras com a mulher Rosália (Maria Padilha), que, habituada a pacatez do dia a dia no campo, agora se deslumbra com as delícias da vida fútil na alta sociedade. Guardião legal da sobrinha, a boa e casta Maria (Bianca Comparato), ele se vê enredado em uma trama rocambolesca envolvendo a disputa pela mão da menina…
Movidos por interesses escusos, José Fachada (Bruno Garcia) e Dona Benferina (Rita Elmôr) fazem de tudo para arruinar de vez com a reputação daquele por quem cala o coração de Maria – o irmão de José, Carlos Fachada (Armando Babaioff). E para isso contam com a ajuda da pena ferina de Benjamin Mordessopra (Marcelo Escorel) e da língua ágil de Dona Cândida (Jacqueline Laurence). Mas os planos da dupla sofrem uma reviravolta quando Dona Olívia (Cristina Mutarelli), a generosa tia dos irmãos Fachada, retorna de um longo período na Índia e, alertada por Barata (Chico Tenreiro), toma pé das tramoias do sobrinho.
Texto: Richard Brinsley. Um espetáculo de Miguel Falabella. Elenco: Maria Padilha, Tonico Pereira, Bruno Garcia, Cristina Mutarelli, Rita Elmôr, Marcelo Escorel, Chico Tenreiro, Bianca Comparato e Armando Babaioff. Atriz convidada: Jacqueline Laurence.


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Nascida no Rio de Janeiro, dia 08 de maio de 1960, a atriz Maria Padilha construiu uma sólida carreira. Ela circulou por alguns dos grupos e escolas mais marcantes de sua geração e construiu sua carreira de forma inteligente atuando em 26 espetáculos de teatro, 31 trabalhos em televisão e 11 longas-metragens que a credenciam no primeiro time de atrizes do Brasil.















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“Quando eu era criança, tinha um coelho que adorava. Só que ele fugiu, o cachorro da minha avó comeu, e minha mãe ficou desesperada. ‘O que dizer para a Maria?’ Ela rodou a cidade e achou um coelho parecido com o meu, mas logo percebi que era bem menor. E a minha mãe, para tentar não me deixar muito triste, disse pra mim: ‘É que choveu muito essa noite e ele encolheu’. Eu acreditei e só fui descobrir a verdade quando já era bem mais velha.”

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    Jornal/Revista: O Estado de S. Paulo Data de Publicação: 2/6/1996 Autor/Repórter: Carla França ''GOSTO DE TRABALHAR, MAS NÃO ...
  • O Final de Estelinha & Tadeu na Novela " Anjo Mau "

CATEGORIAS

  • A Escola do Escândalo (16)
  • A Falecida (3)
  • A Grande Familia (2)
  • A Marquesa de Santos (3)
  • A Regra do Jogo (14)
  • Água Viva (23)
  • Anjo Mau (10)
  • Antônio e Cleópatra (6)
  • Bandidos da Falange (2)
  • Cantinho do Fã (3)
  • Cara E Coroa (3)
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  • cinquentinhas (2)
  • Colégio Brasil (10)
  • Confissões de adolescente (2)
  • Cordélia Brasil (19)
  • Crítica (18)
  • Curiosidades (29)
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  • Decadência (3)
  • DIARIOS DO ABISMO (1)
  • Entrevistas (83)
  • Episódio de Você Decide (2)
  • Escola do Escândalo (2)
  • Eu Prometo (4)
  • filme Boca (1)
  • Filme Das Tripas Coração (3)
  • Filme Fim da Linha (4)
  • Filme Os Matadores (5)
  • Filme Praça Saens Peña (18)
  • Filme Sábado (2)
  • Filme Vento Sul (3)
  • Filmes (4)
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  • Fotos (287)
  • Fotos Antigas (144)
  • Hospicio é Deus (1)
  • Insensato Coração (3)
  • Lado a Lado (165)
  • Malhação (5)
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  • Mulheres Apaixonadas (19)
  • Notas 10 (10)
  • Notícias (300)
  • Novelas (1)
  • Novidades (22)
  • O Cravo e a Rosa (14)
  • O Despertar da Primavera (1)
  • O Dono do Mundo (11)
  • O Mapa da Mina (3)
  • O Pessoal do Despertar (4)
  • O Quinto dos Infernos (1)
  • Olho Por Olho (3)
  • Os Normais (3)
  • País do Desejo (44)
  • Paraíso Tropical (4)
  • Peça As Três Irmãs (2)
  • Peça Diários do abismo (2)
  • Peça Mão na Luva (2)
  • Peça No Coração do Brasil (1)
  • Peças (9)
  • Playboy (5)
  • Prêmios (4)
  • Rapidinhas (12)
  • Revistas (19)
  • Sai de Baixo (3)
  • Toma Lá Dá Cá (3)
  • Truques de Beleza (3)
  • Video Show (5)
  • Videos (76)

Prêmios

2012 - Prêmio de Melhor Atriz

(no Festival de Cinema do Maranhão

com o filme No País do Desejo.)

2010 - Indicada como Melhor Atriz no Prêmio ACIE

(de Correspondentes de Imprensa Estrangeiros

por Praça Saens Peña)

2009 - Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cinema de Pernambuco

(com o filme Praça Saens Peña.)

1998 - Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Miami

(Pelo filme Os Matadores)

1998 - Prêmio Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Cinema de Natal

(com Os Matadores)

1996 - Prêmio Sharp de Melhor Direção para Hamir Haddad

(Por O Mercador de Veneza)

1994 - Prêmio Shell e Prêmio Sharp de Melhor Atriz

(Melhor Direção, Melhor Iluminação)

1994 - Prêmios SATED de Melhor Atriz

(E Melhor Espetáculo)

1985 - Prêmio Mambembe

(Cinco Melhores Espetáculos por As You Like It)

1982 - Prêmio Mambembe de Melhor Espetáculo

(Cenário e direção por A Tempestade - rupo Pessoal do Despertar)

1981 - Prêmio Mambembe de Melhor Atriz

(Pela peça Happy End / Grupo Pessoal do Despertar)

1980 - Prêmio Mambembe de Atriz Revelação

(Pelo espetáculo O Despertar da Primavera)

Participações Especias

  • • Você Decide " Morte em Vida" (1992)
  • • Confissões de Adolescente (1994)
  • • Sai de Baixo " Vava viu o viagra " (1998)
  • • Você Decide " Minhas Caras Amigas " (1998)
  • • Mulher (1998)
  • • Você Decide " Madame Sussu" (1999)
  • • Os Normais (2002)
  • • Toma Lá,Dá Cá (2007)
  • • A Grande Família (2011)

Minisséries

  • • Bandidos de Falange (1983)
  • • Marquesa de Santos (1984)
  • • Anos Rebeldes (1992)
  • • Decadência (1995)
  • • Labirinto (1998)
  • O Quinto dos Infernos (2002)
  • • Cinquentinha (2009)

Filmes

  • • Das Tripas Coração (1982)
  • • Vento Sul (1986)
  • • Land Docu-Drama BBC (1988)
  • • Boca de Ouro (1990)
  • • Sábado (1995)
  • • Os Matadores (1997)
  • • Zoando na TV (1999)
  • • Fim da Linha (2005)
  • • Saens Peña (2008)
  • • O País do Desejo (2011)
  • Historias de Aline (2016)
  • O candidato honesto 2 (2018)

Trajetória Teatral

  • • Maroquinhas Fru-Fru (1975)
  • • Pipocas de Papiro (1976)
  • • As Quatro Patas no Poder (1978)
  • • O Rapto das Cebolinhas (1978)
  • • A Menina e o Vento (1979)
  • • O Despertar da Primavera (1979)
  • • Happy End (1981)
  • • Quero (1982)
  • • A Tempestade (1982)
  • • Círculo de Giz Caucasiano (1983)
  • • Apenas Bons amigos (1983)
  • • Uma Peça como Você Gosta (1985)
  • • A Bandeira dos 5 mil réis (1986)
  • • Amor por anexins (1986)
  • • Lucia McCartney (1987)
  • • Esse é o ano que é (1989)
  • • Lulu (1989)
  • • La Ronde (1991)
  • • No Coração do Brasil (1992)
  • • A Falecida (1994)
  • • O Mercador de Veneza (1996)
  • • As Três Irmãs (1999)
  • • Mão na Luva (2001)
  • • Antônio & Cleópatra (2006)
  • • Cordélia Brasil (2008)
  • • A Escola do Escândalo (2011)
  • Hospício é Deus (2018)

Novelas

  • •Água Viva (1980)
  • •Eu Prometo (1983)
  • •Olho por Olho (1988)
  • •Mico Preto (1989)
  • •O Dono do Mundo (1991)
  • •O Mapa da Mina (1993)
  • •Cara & Coroa (1995)
  • •Colégio Brasil (1996)
  • •Anjo Mau (1997)
  • •Malhação (1999)
  • •O Cravo e a Rosa (2000)
  • •Mulheres Apaixonadas (2003)
  • •Paraíso Tropical (2007)
  • •Insensato Coração (2011)
  • •Lado a Lado (2012)
  • A regra do Jogo (2015)

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